Justiça para Pequenos Agricultores em Ariquemes - RO
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Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia
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Igreja Episcopal Anglicana do Brasil -
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INCRA - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária
Ouvidoria do Tribunal de Justiça do Estado de Rondonia
Ministério do Desenvolvimento Agrário
A Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, entidades de caráter ecumênico e representações de movimentos sociais vêm mui respeitosamente submeter a Vossas Senhorias a situação de grave desrespeito com cerca de 250 pessoas assentadas na Fazenda Urupema sujeitas a despejo por decisão da juíza Deisy Cristian de Oliveira Ferraz em ação de reintegração de posse movida pelo espólio do proprietário.
A fazenda Urupema fica localizada na BR 364, km 37, lote 222 no Município de Ariquemes, Rondônia.
Essas familias se encontram há mais de 13 anos na referida fazenda e como pequenos agricultores retiram sua subsistência. A comunidade está organizada em uma Associação (ASPROJO) que tem reconhecimento público e convênio inclusive com órgãos federais, atestado da pacificidade do uso da propriedade.
Em despacho levado a efeito pela Polícia Militar do Estado, já se fez a vistoria da mesma propriedade com vistas ao procedimento de despejo iminente.
O próprio assentamento das familias no local tem o reconhecimento e apoio do INCRA desde 1996, em razão de dívida ativa do falecido proprietário e com o assentimento do mesmo.
A situação é calamitosa pois, com o despejo iminente, as famílias não tem para onde ir nem onde colocar todos os seus pertences vez que o Município de Ariquemes não dispõe de infraestrutura para absorver tal impacto. Crianças, Mulheres e Homens estão à mercê do infortúnio depois de tantos anos de posse pacífica e produtiva que inclusive tem impacto econômico no próprio abastecimento alimentar da região.
Assim apelamos para que o Poder Judiciário e o INCRA possam oportunizar o encaminhamento da questão de forma a garantir a integridade física e social das famílias enquanto o processo de desapropriação possa ocorrer por vias negociais entre as partes interessadas.
Trata-se de um apelo embasado no respeito à dignidade humana e à resolução pacífica de interesses em conflito.
Pela suspenção imediata da ação policial e pelo entendimento entre as partes.
Pelo respeito à vida e à dignidade dessas famílias de pequenos agricultores.
INCRA - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária
Ouvidoria do Tribunal de Justiça do Estado de Rondonia
Ministério do Desenvolvimento Agrário
A Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, entidades de caráter ecumênico e representações de movimentos sociais vêm mui respeitosamente submeter a Vossas Senhorias a situação de grave desrespeito com cerca de 250 pessoas assentadas na Fazenda Urupema sujeitas a despejo por decisão da juíza Deisy Cristian de Oliveira Ferraz em ação de reintegração de posse movida pelo espólio do proprietário.
A fazenda Urupema fica localizada na BR 364, km 37, lote 222 no Município de Ariquemes, Rondônia.
Essas familias se encontram há mais de 13 anos na referida fazenda e como pequenos agricultores retiram sua subsistência. A comunidade está organizada em uma Associação (ASPROJO) que tem reconhecimento público e convênio inclusive com órgãos federais, atestado da pacificidade do uso da propriedade.
Em despacho levado a efeito pela Polícia Militar do Estado, já se fez a vistoria da mesma propriedade com vistas ao procedimento de despejo iminente.
O próprio assentamento das familias no local tem o reconhecimento e apoio do INCRA desde 1996, em razão de dívida ativa do falecido proprietário e com o assentimento do mesmo.
A situação é calamitosa pois, com o despejo iminente, as famílias não tem para onde ir nem onde colocar todos os seus pertences vez que o Município de Ariquemes não dispõe de infraestrutura para absorver tal impacto. Crianças, Mulheres e Homens estão à mercê do infortúnio depois de tantos anos de posse pacífica e produtiva que inclusive tem impacto econômico no próprio abastecimento alimentar da região.
Assim apelamos para que o Poder Judiciário e o INCRA possam oportunizar o encaminhamento da questão de forma a garantir a integridade física e social das famílias enquanto o processo de desapropriação possa ocorrer por vias negociais entre as partes interessadas.
Trata-se de um apelo embasado no respeito à dignidade humana e à resolução pacífica de interesses em conflito.
Pela suspenção imediata da ação policial e pelo entendimento entre as partes.
Pelo respeito à vida e à dignidade dessas famílias de pequenos agricultores.
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