Campanha pelo direito à vida e ao reconhecimento da dignidade humana mesmo em caso de anomalias graves
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n/a -
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Supremo Tribunal Federal
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A anencefalia é uma malformação grave em que estão ausentes em graus variáveis partes do encéfalo, não podendo ser afastada cientificamente a possibilidade de consciência de tais crianças que devem ser amadas e receberem carinho.
O sofrimento da mãe, do pai e da família de um anencéfalo, como em caso de qualquer doença grave é evidente. Por amarem a sua filha ou filho desejam o seu bem e não querem que nenhum mal a acometa e menos ainda a morte, que no caso da anencefalia costuma vir com certa, embora variável, brevidade. Mas parece claro que isso não justifica, nem é motivo para consentir em provocar a morte da filha ou do filho, o que é apresentado por alguns como a única "solução".
Matar a própria filha ou filho, mesmo quando gravemente enfermo, nunca será "solução", mas agravamento de uma situação já difícil e delicada, além de poder aumentar em muito o sofrimento com o mal moral e espiritual de participar da morte de um inocente e indefeso, no caso, sua própria filha ou filho!. O caminho a se propor, ao invés, é o do amparo e cuidados paliativos possíveis, a serem propiciados pelos serviços de saúde públicos e privados, à mãe e à filha ou filho, bem como a prevenção, especialmente por meio de reforço da ingestão de ácido fólico, que tem custo baixíssimo e efeitos excelentes, para as mulheres em idade fértil e gestantes.
Não se iluda! Matar a filha ou filho gravemente enferma ou considera-la morta quando está viva usando a manipulação da linguagem não afasta, mas aumenta o sofrimento!Apóie a vida e políticas de saúde pública conformes a dignidade de todo ser humano!
O sofrimento da mãe, do pai e da família de um anencéfalo, como em caso de qualquer doença grave é evidente. Por amarem a sua filha ou filho desejam o seu bem e não querem que nenhum mal a acometa e menos ainda a morte, que no caso da anencefalia costuma vir com certa, embora variável, brevidade. Mas parece claro que isso não justifica, nem é motivo para consentir em provocar a morte da filha ou do filho, o que é apresentado por alguns como a única "solução".
Matar a própria filha ou filho, mesmo quando gravemente enfermo, nunca será "solução", mas agravamento de uma situação já difícil e delicada, além de poder aumentar em muito o sofrimento com o mal moral e espiritual de participar da morte de um inocente e indefeso, no caso, sua própria filha ou filho!. O caminho a se propor, ao invés, é o do amparo e cuidados paliativos possíveis, a serem propiciados pelos serviços de saúde públicos e privados, à mãe e à filha ou filho, bem como a prevenção, especialmente por meio de reforço da ingestão de ácido fólico, que tem custo baixíssimo e efeitos excelentes, para as mulheres em idade fértil e gestantes.
Não se iluda! Matar a filha ou filho gravemente enferma ou considera-la morta quando está viva usando a manipulação da linguagem não afasta, mas aumenta o sofrimento!Apóie a vida e políticas de saúde pública conformes a dignidade de todo ser humano!
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