Para que seja feita Justiзa pelo brutal acto cometido contra o Cidadгo Nuno Flores
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Director Nacional da PSP, Ministro da Administraзгo Interna, Presidente da Republica; Primeiro Ministro; Tribunal Constitucional
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Para que seja feita Justiзa pelo brutal acto cometido contra o Cidadгo Nuno Flores e na globalidade contra todos nуs Cidadгos da Repъblica Portuguesa e em particular contra os utentes das estradas nacionais, que respeitam e se regem por um Cуdigo de Estrada solicita-se que seja efectivada a pena de prisгo, inibiзгo total e definitiva de conduзгo e expulsгo do corpo das forзas policiais para o agente da Divisгo de Trвnsito da PSP de Lisboa, autor do atropelamento de Nuno Flores, 35 anos.
Seja feita Justiзa pelos crimes cometidos e pela Honra de todas as forзas policiais que zelam pelo bem estar e seguranзa nacional.
O condutor que abalroou o Nuno no acesso do IC32 а Ponte Vasco da Gama, conduzia uma viatura sem seguro automуvel e sem a inspecзгo periуdica em dia, depois de efectuar uma manobra ilegal, pondo-se em fuga e sem ter parado para prestar auxнlio.
Durante cerca de uma semana pouco ou nada se soube sobre o condutor em fuga. Sabe-se agora que o agente da PSP seguia acompanhado por duas mulheres que acabaram por contar o caso junto da GNR.
Confessou ter atropelado Nuno Flores e fugido e entregou-se аs autoridades apenas uma semana depois
Sу depois de passar a Ponte Vasco da Gama e jб no posto de abastecimento da Segunda Circular, й que as duas raparigas conseguiram convencк-lo a regressar ao local do acidente. O condutor acedeu e deixou as raparigas na 'bomba', prometendo que ia voltar ao Montijo. Sу que nгo voltou - nem ao Montijo, nem ao local onde deixara as amigas.
Conscientes de que ele tinha atropelado alguйm, as duas foram а PSP de Sintra. Aqui nгo conseguiram fazer a queixa e foram а GNR da mesma vila onde efectivaram a denъncia: disseram que seguiam no carro com um polнcia que atropelara um homem e fugira.
Nгo seria vontade inicial do autor do atropelamento entregar-se, que alйm de ter escapado, manteve-se incontactбvel nos dias seguintes ao atropelamento. O polнcia terб tentado arranjar o vidro do seu carro Audi A6 para se libertar das provas.
In Correio da Manhг
http://www.correiomanha.pt/pda/noticia.aspx?id=228323&idselect=10&idCanal=10&p=200
Seja feita Justiзa pelos crimes cometidos e pela Honra de todas as forзas policiais que zelam pelo bem estar e seguranзa nacional.
O condutor que abalroou o Nuno no acesso do IC32 а Ponte Vasco da Gama, conduzia uma viatura sem seguro automуvel e sem a inspecзгo periуdica em dia, depois de efectuar uma manobra ilegal, pondo-se em fuga e sem ter parado para prestar auxнlio.
Durante cerca de uma semana pouco ou nada se soube sobre o condutor em fuga. Sabe-se agora que o agente da PSP seguia acompanhado por duas mulheres que acabaram por contar o caso junto da GNR.
Confessou ter atropelado Nuno Flores e fugido e entregou-se аs autoridades apenas uma semana depois
Sу depois de passar a Ponte Vasco da Gama e jб no posto de abastecimento da Segunda Circular, й que as duas raparigas conseguiram convencк-lo a regressar ao local do acidente. O condutor acedeu e deixou as raparigas na 'bomba', prometendo que ia voltar ao Montijo. Sу que nгo voltou - nem ao Montijo, nem ao local onde deixara as amigas.
Conscientes de que ele tinha atropelado alguйm, as duas foram а PSP de Sintra. Aqui nгo conseguiram fazer a queixa e foram а GNR da mesma vila onde efectivaram a denъncia: disseram que seguiam no carro com um polнcia que atropelara um homem e fugira.
Nгo seria vontade inicial do autor do atropelamento entregar-se, que alйm de ter escapado, manteve-se incontactбvel nos dias seguintes ao atropelamento. O polнcia terб tentado arranjar o vidro do seu carro Audi A6 para se libertar das provas.
In Correio da Manhг
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