Manifesto contra o corte de 33\% das verbas do SESC
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Congresso Nacional, Presidencia da República, Câmara dos Deputados e Ministérios
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Amigos, parceiros e frequentadores do SESC -
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Ministro da Educação quer tirar 33\% das verbas do SESC
O SESC vive a séria ameaça de ver todo o seu trabalho, construído em 61 anos a serviço da população brasileira, comprometido por uma proposta intervencionista do ministro da Educação, Fernando Haddad. O ministro pretende retirar 33\% dos recursos do SESC e colocá-lo num fundo administrado pelo governo federal para capacitação profissional.
O ministro da Educação, com esta proposta, reforça o pensamento daqueles que defendem a capacitação para o trabalho em detrimento ao desenvolvimento humano integral. O SESC, ao contrário, sempre pautou sua atuação na formação do homem para o pleno exercício da cidadania, pela melhoria da qualidade de vida, contribuindo assim para a inclusão social.
A proposta do ministro reduzirá anualmente 23 milhões de atendimentos no Estado do Rio de Janeiro e 230 milhões em todo o Brasil. Como sempre, quem perderá com esta proposta será uma parcela considerável da população de baixa renda: 78\% dos atendimentos do SESC são para pessoas com renda de até dois salários mínimos por mês.
Menos atendimento médico, cultura, esporte, educação, turismo e lazer
Na prática, diminuiremos 22 mil apresentações artísticas em todo o Brasil. Trezentas mil pessoas deixarão de participar de competições desportivas. Serão oitocentas mil consultas odontológicas a menos. O corte de 33\% das verbas do SESC inviabilizará 17 milhões de refeições e lanches. Trezentas mil pessoas de baixa renda não poderão mais participar do programa de turismo social. Os 33\% a menos nos recursos do SESC atingirão prestadores de serviços que deixarão de ser contratados, prejudicando direta e indiretamente uma série de setores envolvidos com as atividades da instituição.
Reconhecida pela sociedade brasileira como uma entidade eficiente, qualificada e democrática na tarefa de diminuir o abismo social que existe no país, o SESC, ao longo de seis décadas, tem prestado serviços inestimáveis, dirigindo programas sociais nas áreas de saúde, turismo, cultura, esportes e lazer e atividades sócio-educativas que beneficiam milhões de pessoas.
Para que toda essa história e patrimônio construídos com muito trabalho, dedicação e paixão não sejam nubladas por propostas tecnocratas e deslocadas da realidade social do país, conclamamos freqüentadores, fornecedores, parceiros, comunidades, grupos comunitários, associações, organizações sociais e culturais, empresas e empreendedores a uma só voz deixar claro ao ministro da Educação:
Não ao corte de 33\% das verbas do SESC!
Bruno Villas Bôas
Diretor Regional do SESC Rio
Participe da campanha pela preservação do SESC!
www.amigosdosesc.com
O SESC vive a séria ameaça de ver todo o seu trabalho, construído em 61 anos a serviço da população brasileira, comprometido por uma proposta intervencionista do ministro da Educação, Fernando Haddad. O ministro pretende retirar 33\% dos recursos do SESC e colocá-lo num fundo administrado pelo governo federal para capacitação profissional.
O ministro da Educação, com esta proposta, reforça o pensamento daqueles que defendem a capacitação para o trabalho em detrimento ao desenvolvimento humano integral. O SESC, ao contrário, sempre pautou sua atuação na formação do homem para o pleno exercício da cidadania, pela melhoria da qualidade de vida, contribuindo assim para a inclusão social.
A proposta do ministro reduzirá anualmente 23 milhões de atendimentos no Estado do Rio de Janeiro e 230 milhões em todo o Brasil. Como sempre, quem perderá com esta proposta será uma parcela considerável da população de baixa renda: 78\% dos atendimentos do SESC são para pessoas com renda de até dois salários mínimos por mês.
Menos atendimento médico, cultura, esporte, educação, turismo e lazer
Na prática, diminuiremos 22 mil apresentações artísticas em todo o Brasil. Trezentas mil pessoas deixarão de participar de competições desportivas. Serão oitocentas mil consultas odontológicas a menos. O corte de 33\% das verbas do SESC inviabilizará 17 milhões de refeições e lanches. Trezentas mil pessoas de baixa renda não poderão mais participar do programa de turismo social. Os 33\% a menos nos recursos do SESC atingirão prestadores de serviços que deixarão de ser contratados, prejudicando direta e indiretamente uma série de setores envolvidos com as atividades da instituição.
Reconhecida pela sociedade brasileira como uma entidade eficiente, qualificada e democrática na tarefa de diminuir o abismo social que existe no país, o SESC, ao longo de seis décadas, tem prestado serviços inestimáveis, dirigindo programas sociais nas áreas de saúde, turismo, cultura, esportes e lazer e atividades sócio-educativas que beneficiam milhões de pessoas.
Para que toda essa história e patrimônio construídos com muito trabalho, dedicação e paixão não sejam nubladas por propostas tecnocratas e deslocadas da realidade social do país, conclamamos freqüentadores, fornecedores, parceiros, comunidades, grupos comunitários, associações, organizações sociais e culturais, empresas e empreendedores a uma só voz deixar claro ao ministro da Educação:
Não ao corte de 33\% das verbas do SESC!
Bruno Villas Bôas
Diretor Regional do SESC Rio
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