MANIFESTO - "SÃO PAULO PARA OS PAULISTAS"

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    Autoridades, Instituições e Sociedade Paulistas
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Nenhuma Discriminação é mais brutal do que a discriminação contra si mesmo.
O paulista olha ao seu redor e se vê um estrangeiro em sua própria terra. Presencia desrespeitos e hábitos impostos. Alta criminalidade, hospitais superlotados. Isto tudo relacionado à migração nordestina que a nossa terra sofreu nos últimos tempos. Entretanto, ao reagir e se manifestar sobre estes fatos, o paulista é criminalizado, acusado de ter "conceitos prévios". Impuseram que era um tema proibido. Porém, isto não se cabe em um sistema democrático. Este Manifesto irá apresentar dados diversos e propôr formas de encarar o problema da Migração.


I) AUTENTICIDADE
Atualmente tudo é validado via internet. A Receita Federal, recebe declarações. O Judiciário tem aceito petições de modo virtual. A Sociedade utiliza transferências bancárias, comércio eletrônico. Métodos aceitos por todos os setores da população. O site "PetitionOnline" é um serviço virtual que armazena Petições públicas. Já possibilitou resultados impressionantes. Sua autenticidade é reconhecida internacionalmente. O texto não pode ser alterado após publicação; cada assinatura é validada. Portanto, o Manifesto Eletrônico é um meio autêntico e verdadeiro de Manifestação da Vontade e do Pensamento.

II) LIBERDADE DE EXPRESSÃO
“Proibir a livre manifestação do pensamento é pretender a proibição do pensamento e obter a unanimidade autoritária, arbitrária e irreal”. No Brasil, a informação é difundida pela Mídia; assim conduzem o pensamento das massas. Ou por grupos ideológicos que dizem falar em nome do “povo”, mas que não o representam. A real opinião da população, de onde deveria emanar o poder, não possui espaço. O Brasil vive uma ditadura camuflada. Aparentemente se é livre para expressar. Porém, opiniões fora do padrão estabelecido, são sufocadas, desqualificadas e criminalizadas. O número simbólico de assinaturas deste Manifesto representa o pensamento de grande parcela da população paulista.

III INTOLERÂNCIA
O Brasil nunca deixou de ser um país de tradição autoritária. A Censura não ocorre mais às claras. Ao se discordar de opiniões, denuncia-se o opinante, a fim de calá-lo! Não estão abertos à divergência de idéias. Ao se mencionar o problema da Migração em São Paulo, os contrariados, de imediato, querem calar o opinante, e eliminar a opinião emitida. Prontamente armam-se com apelidos taxativos, têrmos pré-moldados, e ameaças. Pretendem tolher o pensamento. Completa intolerância à divergência. Pretender evitar o debate com denúncias, é uma forma de Autoritarismo.

IV) RACISMO
Os primeiros habitantes de S Paulo eram portugueses e índios. Logo após chegaram os primeiros negros africanos, do Congo e Angola. Na Revolução de 32, havia a chamada "Legião Negra", valorosos paulistas negros lutaram por São Paulo. Assim, as muitas raças constituem o Povo Paulista formando sua Cultura. O Racismo é uma prática irracional e inaceitável. Por outro lado, o falso Racismo calunioso deve ser igualmente reprimido. Ao se rejeitar ATITUDES - independente da cor de pele – pessoas fazem-se vítimas perseguidas por “racismo”, denotando ainda maior falta de caráter. Temendo perder privilégios, ameaça-se acusar de "Racismo" como método de intimidação. Esta inversão de valores tornou-se arma de repressão contra opiniões, e deve ser desmascarada e combatida.

V) MULTICULTURALISMO e PLURALISMO
São palavras muitas vezes usadas como Pretexto para se uniformizar um padrão cultural sobre todos. Embora o nome sugira a convivência de culturas. É, portanto, um meio de Intolerância. Se valores culturais são diferentes e convivem, aquele de mais exigentes padrões morais, será prejudicado pelo outro. Assim, uma Cultura oprimirá a outra. Nenhuma Cultura deve fechar-se em si mesma; a globalização promove, de forma espontânea, a Pluralidade, a Miscigenação Cultural sem desvalorização das culturas locais. A preservação cultural não é sinônimo de atraso ou estagnação. O Japão por exemplo cultiva suas tradições e é símbolo de progresso. As Culturas locais devem ser respeitadas.

VI) DIVERSIDADE e XENOFOBIA
Cada local tem suas peculiaridades. A “Diversidade” constitui no respeito a estas diferenças. Logo, se um migrante adentra em uma região, e desrespeita seus costumes, não respeita a Diversidade. Pretender modificá-los, moldá-los a si, impôr os próprios, forçar os anfitriões a aceitar a descaracterização, são atos de “Xenofobia” – aversão ao que é diferente. É preciso respeitar as diferenças: a cultura e o espaço do outro.

VII) POBRES e SEGREGAÇÃO
Existem pobres em todos os grupos culturais. E em um grupo, há pessoas de todos os níveis sociais. Costuma-se colocar migrantes como sinônimo de “pobres”, com objetivo proposital de vitimização. Seja desmentido. As sociedades não se dividem simploriamente entre “ricos e pobres”, como querem alguns. E sim agrupam-se em características culturais, que englobam pessoas de todas as condições. Repudiamos esta Segregação. Níveis sociais não determinam índoles e modos de agir das pessoas. E sim valores culturais.

VIII) PRECONCEITO
Pré-conceito é um conceito prévio sobre alguém ou um grupo de pessoas. Caracteriza-se por serem SEM MOTIVOS as impressões e declarações sobre os mesmos. Basta então olhar a veracidade das afirmações feitas. Se são verdadeiras, não existe Preconceitos.

IX) IGUALDADE, JUSTIÇA, CIDADANIA, SOLIDARIEDADE
Só existe Igualdade se respeitados os princípios do Mérito. Só existe Cidadania havendo o sentimento de ser ouvido como cidadão. Só existe Justiça se transparente e livre de ideologias do fascismo “politicamente correto”. Só existe Liberdade se não há intimidação de expressões, sob quaisquer pretextos. Só existe o sentimento de Solidariedade se for espontâneo e consciente.

X) DISCRIMINAÇÃO
O Est de S Paulo nunca recebeu investimentos do Brasil. Sempre foi um país à parte. Não possuía riquezas que interessassem à Metrópole. Por isso, foi deixado de lado, enquanto outras regiões gozavam de investimentos do governo central. O Brasil se resumia ao RJ, MG e Nordeste. Os lucros do Ciclo do Ouro, do Cacau, da Cana jamais foram investidos em SP. São Paulo foi tido como insignificante por séculos. Assim viu-se obrigado a se desenvolver sozinho. Investiu nas lavouras de café, construiu ferrovias e estradas, industrializou-se. Com seu próprio suor, investiu para ser o que é. Jamais recebeu dádivas do Brasil; ao contrário, foi o fornecedor de recursos. São Paulo não deve nada ao Brasil. Portanto, o usufruto desse trabalho deve ser para o Povo Paulista.
S Paulo recebe a incursão de pessoas de outros estados, que usufruem seus hospitais e escolas. Quem mantém estes serviços é o povo paulista, não é o povo brasileiro. Se há tratamento igual a quem de direito, e ao forasteiro, então há discriminação contra o primeiro. Se há igualdade de tratamento a quem possui direitos diferentes, então está havendo distinção entre pessoas. Portanto, S Paulo tem o total direito de priorizar paulistas. A Discriminação contra o possuidor por mérito, é uma violência mais agressiva que as discriminações gratuítas por origem.

XI) SOMOS TODOS BRASILEIROS ?
São Paulo é dito “brasileiro” na suposta obrigação de oferecer seus serviços aos oriundos de outros estados. Disponibilizar seus espaços. Porém, NÃO é considerado “brasileiro” pelos demais ao ser explorado, desrespeitado em sua identidade, opiniões, tratado com distinção. Se somos brasileiros, o Brasil por exemplo faria campanhas de doação para nossas cidades acometidas por tragédias naturais. Ou seja, São Paulo é “brasileiro” para com os demais. Mas os demais não são “irmãos brasileiros” para com ele. É hora do Povo Paulista ser menos altruísta, e pensar mais em si mesmo e em seus próprios filhos.

XII) QUEM CONSTRUIU SÃO PAULO ?
Em uma terra desprezada pelo governo central, foi o “espírito bandeirante” que sustentou um empreendimento como as “bandeiras”. Criou oportunidades onde não havia. Em 1817 inicia-se o plantio do café. No sec. XIX, era plantado em quase todo o interior. Pioneiramente adotou-se a mão-de-obra livre, antes da abolição da escravatura. O incentivo à imigração estrangeira foi subsidiado com recursos da província. Trabalharam de sol a sol nas lavouras. São Paulo construiu uma grande rede de ferrovias. São Paulo jamais foi beneficiado; a economia cafeeira era na época o único ítem gerador de divisas estrangeiras para o Brasil. No final do séc. XIX ao XX, São Paulo recebeu a vinda de imigrantes estrangeiros, principalmente italianos. Estes ajudaram a contruir S Paulo. Menos de 10\% dos operários das indústrias eram brasileiros. O italiano era a língua mais falada na cidade. Na década de 20, o governo paulista abriu estradas. Na década de 30, na capital foi elaborado o "Plano de Avenidas”.A industrialização se acelera nas primeiras décadas, e a cidade cresce nos anos 30, 40 e 50 ( bibliotecavirtual.sp.gov.br/saopaulo-historia.php ). O período se notabilizou pela consolidação de um vigoroso parque industrial. Entre as guerras mundiais, vieram 100 mil europeus e orientais. A população do estado era inferior a 10 milhões de hab, e a capital possuía cerca de 2 milhões. Até a década de 50 foram contruídos os mais importantes edifícios, pontos turísticos e culturais. A presença de migrantes brasileiros era irrisória. As fotos e filmagens do período atestam o perfil da população. A partir da década de 60, com a chegada dos migrantes brasileiros – sobretudo nordestinos e mineiros – começa a degradação, com a construção de favelas, bairros irregulares e uma estrutura caótica de cidade. Na década de 1960, foram causadores de 56\% de aumento da população da capital, com 120 mil migrantes por ano. Invasão devastadora que desde então causou a descaracterização e agressão à Cultura Paulista.
Migrantes NÃO “construíram” São Paulo, por serem alocados na construção civil. Seja DESMENTIDA tal falácia. Não foram os causadores. Assim fosse, com os recursos que recebem do Gov Fed, teriam construído uma potência em sua própria terra. São Paulo não optou por esta mão-de-obra. Em sua ausência, seria substituída. Foi devido aos migrantes que houve a descaracterização. Migrantes NÃO são os responsáveis pelo crescimento paulista, de forma alguma. Afirmação patética e preconceituosa. Julgam-se os “maiores trabalhadores”. Migrantes NÃO fazem trabalhos que o paulista não queira fazer. E sim furtam o emprego de jovens, paulistas humildes, e desempregados. A população paulista tem plenas condições de preencher todas as suas vagas operacionais. E com melhor qualidade. Ou mesmo de optar por povos mais respeitadores. Pois assim crescemos de forma próspera e ordenada até 1960. Migrantes representaram processo de deterioração, alta criminalidade por fatores culturais, lixo para todos os lados. Seu sustento, grande peso para S Paulo. (ref ítens 27 e 29). Tivemos os bandeirantes, o café, a industrialização, a Revolução. Migrantes estão a partir da década de 60, causando depredação e prejuízos. Autoentitular-se que "construíram São Paulo", não merece o mínimo crédito. São Paulo não deve nada aos migrantes brasileiros. Muito ao contrário. São Paulo lhes fornece mais serviços, trata-os melhor do que seus próprios estados lhes tratam. Pagam o bem com a ingratidão. São Paulo recebeu várias culturas do mundo; e se orgulha de ter uma capital cosmopolita. Porém a imposição migratória brasileira é que é agressiva e desrespeitosa. Quem construiu São Paulo foram os Paulistas!

XIII) SÃO PAULO É DE TODOS ? QUEM SÃO OS PAULISTAS ?
O sentimento de "Identidade" é essencial ao ser humano, que assim pode ter ciência de suas características e objetivos. O mesmo vale para os Povos. Tenta-se vender a idéia de que São Paulo é uma terra sem dono, a “Casa da Mãe Joana”. Porém, anterior à migração imposta nas últimas décadas, São Paulo possui História, e um Povo que faz parte dela.
O colonizador de povoamento deixa sua terra natal, para não mais retornar. Deposita sua vida, tem amor intenso pela terra que o acolheu. Seu foco está em oferecer. Respeitadores, tornam-se integrantes na formação cultural do local. O migrante de exploração mantém vínculos com sua origem, pretende extrair tudo que puder, despredá-la, e retornar. Impositivo, exige dádivas, faz-se de vítima. O migrante que chegou a partir da década de 1960 em busca de lucro e sustento, nunca respeitou seus costumes e história.
Quem são os Paulistas ? São as pessoas cujos pais / avós industrializaram São Paulo, presenciaram a luta por uma Constituição. Lamentam-se ao ver as imagens pré-60 e a atual descaracterização. Pessoas que viveram em nosso interior, cultivando a autêntica Cultura Paulista. Os herdeiros da população anterior à inundação migratória.
Havia o sentimento de “Povo Paulista”. Nosso povo se uniu em 32. Empunhavam as bandeiras das 13 listras. Diziam "São Paulo dominado por gente estranha”. Os obreiros da tirania, em sua insensatez, esforçavam-se em apregoar "elites querendo recuperar poder". Mas não se sustentava diante do que se via. Negros, brancos, mulheres, velhos, crianças, todos juntos. Um forte sentimento regionalista. Multidões saíram aos comícios. Deram "ouro para o bem de São Paulo". Nossas fábricas não pararam. Voluntários se alistaram. Irmanados nas trincheiras. Nossos soldados tombaram. Pagaram um alto preço em amor a São Paulo. Para que hoje, o Brasil tente destruir nossa identidade. Exceto pequenos contingentes na Força Pública, migrantes brasileiros NÃO escreveram esta História que o Brasil tenta nos apagar. Não são “donos” de São Paulo, participantes disto.
É a NOSSA terra, que amamos. Tenta-se TOMAR a terra dos paulistas, afirmando ser de todos, sem cultura e identidade própria, um amontoado de culturas externas. Negar sua existência como Povo. A mídia tenta forçar esta imagem. Porém isto não é verdade! Os verdadeiros paulistas sabem quem o são. “TODOS” são visitantes, que respeitamos. Mas São Paulo é de todos os Paulistas!

XIV) CULTURA, IMPOSIÇÃO e CHOQUE CULTURAL
“Cultura” refere-se a costumes, valores, regras morais que permeiam e identificam uma sociedade. Não existem culturas superiores ou inferiores, porém diferentes. Respeitamos todas as culturas. E exigimos que respeitem a nossa, que é agredida pela migração.
Sem generalizações, os valores culturais de um grupo, determinam comportamentos predominantes dos seus indivíduos. A Cultura migrante caracteriza-se por ser agressiva, violenta, simbolizada no fato de ter como seu herói a figura de um "cangaceiro" - cuja história representa os valores culturais de sua região. Daí a alta taxa de criminalidade cometida por migrantes no estado de SP desde sua chegada. Devida a fatores culturais, independente de níveis sociais, pobreza, riqueza, ou nível de instrução. Não se trata de “conceitos prévios”, e sim de fatos.
Por motivos históricos, S Paulo sempre se viu compelido a se auto-sustentar, e herdamos isto. Assim, a cultura paulista não é dada a solicitar gratuidades do governo. Mesmo diante de grandes necessidades. É respeitadora das leis, não invade. Ao contrário, a cultura migrante vê o governo como seu obrigatório provedor de confortos. Esta é uma das grandes diferenças culturais. A cultura migrante possui seu centro prioritariamente em condição social, e não em valores morais. A migração de milhões na terra alheia, aliada à mordaça ao anfitrião, representa Imposição cultural. Nenhuma Cultura, forte que seja, resiste a investidas contínuas. Favelas e camelôs não estão relacionados meramente à pobreza, e sim a valores. Dar-se o direito de invadir, apoderar-se. Vitimista, impositiva, diferentes relações familiares, agressividade, assédios, danificação de patrimônio, inadimplência, fraudes. Esta Cultura entra em grande choque com a Cultura Paulista. É importada à força e imposta para S Paulo.

XV) MIGRAÇÃO PREDATÓRIA
As expressões culturais diversas são bem vindas, como aves viajantes que nos presenteiam com sua variedade (diversidade cultural). Porém, não se pode permitir que algumas destas aves façam seus ninhos em todos os galhos, de todas as árvores, calando o canto de nossos pássaros.
Afirma-se que migrantes vieram para S Paulo em busca de uma vida melhor. Porém, o “coitadismo” não se aplica. Visto que seus desrespeitos mostram o total desprezo que possuem pela cultura paulista. Afirma-se que estas pessoas em suas regiões vivem situação de extrema carência. Porém, como veremos, S Paulo concede cerca de R$180 bi por ano ao Brasil. Afirma-se que migrantes “escolheram” São Paulo para viver e contribuir. Não é verdade. Migrantes, na grande maioria, não amam São Paulo. Constantemente insultam. Exaltam sua terra de origem. Não escolheram S Paulo por amar sua história, e sim para beneficiar-se. Migrantes não gostam de São Paulo e dos paulistas. Porém aqui permanecem. A Migração Predatória visa destruir a Identidade Local. Onera os cofres públicos. O povo paulista arca com hospital, transporte, limpeza pública gratuíta para migrantes.


========================================== REIVINDICAÇÕES ==========================================

Fazendo uso do Direito de Manifestação do Pensamento, Art. 5º - IV da Constituição, nós, abaixo-assinados, Povo Paulista, de todas as raças, níveis sociais, e setores de atividade, apresentamos às Autoridades e à Sociedade, o seguinte Manifesto:

1. Reivindicamos o fim da Repressão ao Paulista sobre o tema da Migração em sua própria terra. Nas ruas, empresas, repartições, mídia; sobre expressar livremente o que pensa sobre a Migração e migrantes. Pois está em sua terra, e é seu direito dentro dela. Que o paulista passe a ser ouvido. Haja real livre manifestação, como um país verdadeiramente livre.

2. Entendemos que nosso método e abordagem do tema são justos e legítimos. NÃO compactuamos com quaisquer idéias ilegais, clandestinas, desumanas ou intolerantes. Assim, repudiamos falsas acusações, como métodos de crimininalizar a opinião divergente.

3. Respeitamos (i)migrantes de qualquer procedência que trabalham muito, respeitadores, discretos, que contribuem, dedicam suas vidas, pagam impostos, respeitam a cultura, amam e são gratos a S Paulo. Não somos contra o migrante, não queremos o seu mal. E sim a favor de São Paulo..

4. Esclarecemos que não se possui absolutamente nenhuma animosidade contra aqueles que estão em sua própria terra, ou contra quaisquer povos.

5. Conforme descrito no tópico XIV, a cultura migrante está centrada em "condição social" e bens materiais. Assim, quando um paulista se manifesta sobre a "invasão cultural", começam falar em elitismo e "rejeição a pobres". Não classificamos pessoas por condição social e sim pelos seus atos.

6. Nos tópicos XII e XIII, vimos que migrantes pretensiosamente julgam-se os responsáveis pela construção de S Paulo. E assim ter livre acesso de apossar direitos. Julgam-se co-proprietários e não subordinados na terra alheia. Afirmam de forma usurpadora, que São Paulo é de todos. E assim negam a soberania do paulista em sua terra. Por isso, não toleram quando ele pretende dirigí-la. Negam-lhe esse direito. Porém, tendo sido desmontado o sofisma de que “construíram” São Paulo, as presunções decorrentes não se sustentam.

7. Denunciamos que: ao reivindicar o que é SEU e está lhe sendo tomado aos poucos - preservar sua terra, sua cultura e dignidade - o paulista é chamado por migrantes, de “nazista”, “skinhead”, “fascista”, “preconceituoso”, etc! Julgam desta forma ter o direito de proibir o anfitrião de se manifestar, pois não querem privar-se de todas as regalias que recebem. Denunciamos este caráter, este método de acusações caluniosas, e esta opressão sem precedentes.


* Informações à População - Exploração externa e interna

8. Reivindicamos que sejam amplamente divulgados à população paulista os seguintes fatos:

9. O Est de SP fornece 41\% de toda a arrecadação do Brasil. Recebe de volta 4\%. O que significa que S Paulo DÁ ao Brasil – em impostos federais - R$ 180 bilhões por ano SEM VOLTA – ou 100 bilhões de dólares. Este valor é maior do que o Plano Marshall - ajuda dos EUA à Europa pós-guerra. A cada R$10,00 que um paulista paga em impostos federais, fica com R$1,10 e dá R$8,90 ao Brasil. Nos últimos 10 anos, o Brasil tomou dos paulistas mais de R$1 trilhão – mais de 600 bilhões de dólares.

10. Os Carnavais no Brasil começam em novembro e terminam em março. Festas juninas interrompem o trabalho por um mês. A carga semanal prática é reduzida. Há os carnavais fora de época intermináveis. Enquanto isto, o paulista esgota-se no trabalho, estudo, sacrifica lazer e família. Pesquisas já mostraram que chega-se a níveis de stress no trânsito equivalentes ao de pessoas em guerras.

11. Estes estados são ditos “pobres”, “vítimas”. Não raro colocam SP como o “culpado” por suas condições. Estes diferentes estilos de vida geram diferentes resultados de riqueza e progresso.

12. Não obstante a subtração contínua promovida pelo Brasil, SP representa sozinho 1/3 do PIB brasileiro. E fornece 41\% de impostos, significando que fornece proporcionalmente mais do que sua riqueza. Segundo a Fundação Seade, o PIB paulista cresce acima do PIB brasileiro. O PIB de SP (US$485 bi) é maior do que de países como Chile e África do Sul. É como um país sustentando outro país.

13. A Região Sul fornece R$33 bi sem volta ao gov fed anualmente (números de 2009) As regiões Norte e Centro-Oeste recebem R$18 bi. O Nordeste recebe gratuitamente POR ANO R$45 bilhões do governo federal. São Paulo fornece R$181 bilhões sem volta ao governo federal por ano. É imensurável tamanha Discriminação e Escravismo.

14. Curiosamente isto não é encarado como preconceito ou discriminação. Ou seja, a visão é unilateral. Assim, nota-se que no Brasil, dá-se o sentido que se quer a estas palavras, com o fim de beneficiar a uns e calar a outros.

15. O sistema em vigor há décadas, de tomada de recursos de S Paulo para os demais, a pretexto de reduzir desigualdades regionais, mostrou-se INEFICAZ. Visto que enquanto houver quem forneça, nunca haverá o desejo de mudança em quem recebe. Quando se fala em reformas tributárias, nota-se que nos resultados finais, viola-se ainda mais o Estado paulista

16. Uma obra gigantesca como o Rodoanel possui orçamento total de cerca de R$20 bilhões. Com os valores tomados de S Paulo pelo Brasil, daria para construir 9 rodoanéis por ano. S Paulo paga menos a seus policiais e professores do que os estados que tomam os recursos de SP.

17. Não obstante, o paulista é um caridoso incansável. S Paulo realiza 45\% dos transplantes do país. A fila paulista do transplante tem pacientes de outros estados, principalmente MG e BA. Para pâncreas, 35,9\% moram fora do estado. Também ocorre com córneas, rim e fígado. Ambulâncias de outros estados trazem seus pacientes. Vêm, se curam e deixam a conta para o paulista. Há hospitais em que 40\% dos pacientes é vinda de fora! Na realidade o número é maior, pois boa parte se passa por paulista.

18. S Paulo possui 3 univ. federais. O estado de MG, por exemplo, possui 11. O jornal "O Estado de São Paulo", na edição de 8/5/2010, publicou entrevista com tema "União põe dinheiro no Metrô no país inteiro, nenhum centavo em SP". Recentemente, negou verbas do BNDES para o metrô de SP, e concedeu ao metrô de Caracas (Venezuela).

19. Nossas maiores universidades são estaduais. S Paulo é responsável por mais da metade da produção científica brasileira. Mais de 80\% dos soros e vacinas consumidos no Brasil. S Paulo se destaca na Agricultura e Indústria. É o maior destino turístico do Brasil, com 47\% dos turistas estrangeiros. São os recursos da Economia Paulista, que possibilitam ao governo brasileiro posar sobêrbamente no exterior.

20. Além da extração dos recursos de São Paulo, pratica-se a imposição migratória, causando degradação cultural de dentro para fora, e destruição da sua identidade como povo.

21. Na Câmara dos Deputados, o voto de um acreano vale o de 7 paulistas. No Senado, que representa os estados, o voto de um sergipano vale o de 20 paulistas. Além disso, as regiões votam em bloco. Para assim, vencerem como maioria, e decidirem como dizimarem o dinheiro tomado de SP. Além da inferior representação, muitos dos representantes de S Paulo NÃO são paulistas. Logo, pensam no benefício de suas terras natais. É uma situação degradante de semi-Colonialismo.

22. São tomados nossos impostos, e outros locais decidem como o administram, como verdadeiras Metrópoles com relação à Colônia.

23. Nota-se, portanto, que o Brasil NÃO se conduz pelo princípio de igualdade de direitos, e não possui assim governo representativo do povo como um todo, pertencente ao território sem qualquer tipo de distinção.

24. A Democracia real faz a descentralização do governo a nível local, entendendo que o governo deve ser tão acessível às pessoas quanto possível. O povo é quem paga a conta das decisões que são tomadas em seu nome. Por isso a democracia deve ser praticada sempre da forma mais subsidiária. Pois os grupos sociais menores tendem a conviver sob os mesmos preceitos culturais. Entendemos que a forma mais democrática é que cada estado crie suas leis e administre integralmente seus próprios recursos.

25. S Paulo fornece 41\% do sustento do país, e é governado por presidentes eleitos por outras regiões; submetido a governos que não escolheu.

26. Mesmo fazendo parte do mesmo país, os povos do Brasil possuem diferenças e são sub-grupos. Têm particularidades, sentem-se agrupamentos peculiares. Não há como uniformizar um território tão vasto, denominando-o um só povo, incorrendo no risco de atropelar características regionais. Isto justifica o uso do termo "povo paulista", como de qualquer outra região.

27. Nossa cultura gerou o nosso Progresso. Porém, conforme citado no tópico XIV, mais recatada, não solicita gratuidades. Nossos pobres paulistas - quando até mais necessitados - raramente requisitam benefícios. Assim, na prática, a QUASE TOTALIDADE dos serviços públicos fornecidos por S Paulo, são para usufruto de outras culturas.

28. O paulista pobre é o mais ultrajado pela Migração, sendo a classe mais vulnerável. O paulista, humilhado ao ver seus bens, medicamentos tomados por migrantes, se cala temendo ser acusado de criminoso, "conceitos prévios".

29. Migrantes são os que mais se apoderam dos serviços públicos. Postos de saúde, Poupatempo, transporte gratuíto, atendimentos de emergência, Assistência Social, etc - são para atender migrantes. Assim, o Est de S Paulo - o contribuinte paulista - dispensa praticamente todos os seus préstimos para servir a migrantes. Vive e trabalha para atender os povos de outros estados. E não para si mesmo.

30. A grande maioria dos crimes, violência, fraudes, está relacionada a migrantes.

31. Diante do exposto acima, nestes aspectos - extração de impostos, e serviços públicos - São Paulo é atualmente o escravo do Brasil. Posição totalmente incompatível com sua Dignidade, Mérito e Grandeza.

32. Os bandeirantes deram ao Brasil a extensão de seu território. São Paulo deu ao Brasil progresso e riqueza. Pessoas passam fome em seus estados, migram, encontram o que não encontraram em seu estado natal. A despeito de tudo, o povo e políticos dos demais estados têm por São Paulo, rancor e ingratidão.


* Política

33. Apreciamos e incentivamos o livre intercâmbio entre todas as cidades paulistas, em todos os aspectos. Pois possuem mesma identidade cultural, formando o povo paulista.

34. Repudiamos que candidatos a quaisquer cargos políticos no estado e municípios, não sejam PAULISTAS, e com fortes raízes no Est de S Paulo. É inadmissível que ocupantes dos poderes de um local administrem seus recursos, e zelem pelo interesse de locais externos. Façam migração em massa e assim elejam os seus, para espoliarem S Paulo em prol de suas terras. Migrantes que se elegem, e alcançam mais e mais poder político. Assim criam leis em benefício dos seus. Para imposição dentro da terra paulista. ref ítem 68

35. Grande parte dos políticos na Região Metropolitana são nordestinos. O número se elegendo aumenta a cada eleição. Isto é seríssimo. Curiosamente, não é encarado como preconceito anti-paulista. A fim de frear esta usurpação, reivindicamos que - independente das opções partidárias e eleitorais, sem desrespeito à legislação - seja promovida a Campanha "Paulista vota em Paulista", para nossas prefeituras, vereadores, deputados. Para conscientização da população. Bem como a escolha para Secretarias do governo, sejam paulistas.

36. É preciso resgatar a auto-estima do paulista. Reivindicamos que: professores do ensino público, formadores de opinião e disseminadores de informação, nas áreas públicas, atendam aos mesmos requisitos acima. A preservação da identidade Paulista é direito do Povo Paulista. Direito que tem sido usurpado e negado. Não queremos mais o entreguismo de nosso estado nas mãos de poderes migrantes.

37. Da mesma forma, as vagas nos Concursos Públicos sejam destinadas prioritariamente a paulistas.

38. Repudiamos políticos brasileiros que nunca serviram a S Paulo, que ao necessitarem, correm para os hospitais paulistas.


* MIGRAÇÃO

39. Os fluxos migratórios são um fenônemo natural de toda a história humana, em seu direito de ir e vir. Porém o excesso, promovido por incentivos e recompensas, é uma tentativa do Brasil de destruição da nossa Identidade. Consolidado pela repressão unilateral, na qual a migração é deliberada, porém a manifestação do paulista é criminalizada.

40. Infestação cultural. Todo local ao nosso redor está infestado de migrantes - pessoas oriundas de outros estados ou descendentes. Nas ruas, ônibus, supermercados, parques, todos os nossos postos tomados. Ao adentrar em um comércio, todos os funcionários são migrantes. Isto é um extermínio cultural INADMISSÍVEL. Ser minoria na própria casa. Em extinção acelerada.

41. Migrantes andam como os donos das cidades, e nós paulistas é que nos sentimos estrangeiros fora de nossa terra natal! Diante disto, se um paulista se manifesta, ficam indignados. Tudo isto dentro de São Paulo! Somos obrigados a conviver com costumes que não são nossos, na nossa terra.

42. Nas expressões do dia-a-dia, preocupa-se tanto em não desagradar e não ofender migrantes. Mas não se preocupa em não ofender paulistas. Em São Paulo!

43. O Sotaque Paulista é nosso Patrimônio Cultural, em suas variantes diversas (ref XIII). O paulista olha ao redor e se vê o único. Um estrangeiro em sua própria terra! Com liguagem, cultura e valores diferentes. Repudiamos a descaracterização causada pelo excesso migratório. Repugnamos o “R” gutural, vogais abertas, as expressões “ôxe”, etc. Uma amostra da inundação de que estamos rodeados. Sua cultura, suas brigas, nos programas de TV. Estamos fartos de tanta agressão cultural.

44. O povo paulista é EXPULSO, desalojado da própria terra por migrantes. Porém, caso se manifeste, é repreendido, acusado de “preconceito”, “intolerância” (ref V).

45. Rechaçamos a afirmação de que "São Paulo seja a cidade mais nordestina". Nós paulistas, REPUGNAMOS esta AGRESSÃO imposta. Declaração racista e odiosa. Nunca fomos respeitados sendo perguntada nossa opinião, na nossa terra. Bem como a imposição de seus costumes e ritmos. ref 51. Exigimos que se torne pública nossa opinião.

46. Veja-se a seriedade da opressão: Pessoas de origem nordestina - extremamente numerosos - COMEMORAM dizendo ser maioria no estado. Porém, se um paulista se opõe ao “extermínio cultural”, visando preservar sua identidade e cultura, é taxado de CRIMINOSO. Migrantes fazem-se de vítima, a cobiça de tomar o que é do outro. Uma “colonização” imposta à força pelo método de calar o habitante da terra ocupada.

47. Migrantes tanto se revoltam quando o paulista se manifesta sobre o tema. Impõem a aceitação de si mesmos. Não porque amam São Paulo. Mas porque não querem perder benefícios.

48. A imposição não deve ser elogiada, e sim freada e REVERTIDA..Bairros e cidades da Grande S Paulo estão tomados por migrantes – como as regiões de Sto Amaro, Itaquera, Guarulhos, Osasco, ABC, Brás, S Miguel, e diversas outras. Nos terminais rodoviários, desembarcam milhares. Ao provarem os benefícios, trazem o restante da família. Possuem altíssima taxa de natalidade em S Paulo, agravando o problema.

49. Estão indo também para o nosso interior. Alguns chegam como trabalhadores temporários, porém permanecem, causando arruaças, violência nas escolas e desrespeito aos nossos idosos.

50. A situação da Baixada Santista. Cubatão tem 89\% da população de origem nordestina. Guarujá tem um distrito praticamente todo nordestino (Vicente de Carvalho). São Vicente tem desde a década de 70 a maior favela do estado (Mexico 70) composta quase que unicamente por nordestinos. É INACEITÁVEL tamanha agressão cultural! Uma das conseqüências são os altos índices de criminalidade em nosso litoral.

51. Migrantes declaram-se "donos de São Paulo". Isto agride e fere a dignidade dos paulistas. Nota-se, pois, que se concede ao migrante o direito de agredir livremente, e ao paulista o dever de se calar.


* Práticas

52. Preconceito é invadir o que é do outro, tendo o CONCEITO ANTECIPADO de que o anfitrião tem obrigação de aceitar suas imposições. Preconceito é invadir a telha alheia, prejulgando que pode despejar nela lixo, apoderar-se, impôr cultura e costumes, ouvir seus ritmos, falar alto em ônibus. Preconceito é o ato de, sendo o “intruso”, negar o direito ao dono-da-casa de se manifestar em sua própria terra. Preconceituoso é o que está dentro da casa alheia desrespeitando o anfitrião. Assim, pode-se dizer que - de certa forma - este é um Manifesto contra o Preconceito.

53. O Est de S Paulo e seus governos são responsabilizados por desabamentos de terra e outras tragédias. Porém S Paulo não foi buscá-los em sua origem. Não concedeu permissão para invasão e construção em áreas de risco.

54. Abominamos anistia a invasores - migrantes que ocuparam terrenos e ganham sua propriedade. Migrantes praticam desmatamento para invasões (como no trecho SP-Campinas). Despejam dejetos nos nossos mananciais e represas, na água que bebemos. Lixo nos nossos córregos. Invasões criminosas, devastação do meio ambiente. Após obter a escritura, vende o imóvel e invade outro terreno. Em jun/2009, 200 mil imóveis de áreas invadidas na Represa Billings, foram presenteados a migrantes.

55. Assistimos enojados aos insultos praticados por migrantes - invasores do Jd Pantanal - contra o nosso Prefeito da Capital, em jan/2010. É espantoso o direito que se dão de exigir que S Paulo faça por eles o que suas terras jamais fizeram. E não exigiram de seus prefeitos e governadores.

56. Os atos aqui relatados não significam que sejam praticados por todos os migrantes, ou que somente migrantes os pratiquem. Porém são a predominante maioria.

57. Migrantes INVADEM e tomam à força propriedades alheias, ou áreas impróprias para moradias. Fazem roubo de luz, ligações irregulares, deixando a conta para as pessoas honestas pagarem. Despejam montanhas de lixo nas ruas, como prática de sua cultura e hábitos. Assim entopem bueiros, causando alagamentos. Protestam contra enchentes, QUEIMANDO ônibus e DESTRUINDO o Patrimônio público. EXIGEM do Governo Paulista direitos de contribuintes, porém não pagam impostos, e sim usurpam tudo que podem. Exigem Infraestrutura, condições de habitação e moradia, Transporte coletivo, Áreas de lazer, Limpeza de ruas, Segurança, Hospitais e escolas públicas. Tudo que não exigiram em suas terras de origem. Esta é a cultura migrante.

58. A grande maioria das confusões diárias, agressões, atendimentos hospitalares, emergências, ocorrências, brigas, deslocamentos policiais, está relacionada a pessoas de origem nordestina. É enorme o prejuízo gerado ao nosso estado. Uma situação foi o famoso seqüestro de Santo André, em out/2008. Neste caso que mobilizou todo o aparato da Polícia, ambos – bandido e vítima – eram migrantes. Repudiamos vandalismo em favelas, incêndio de veículos. Que façam arruaças em suas terras de origem.

59. Migrantes alegam direitos (livre arbítrio, moradia), mas desprezam valores morais, estando na terra alheia. São os mais presentes em protestos por qualquer motivo. Paulistas pagam altas taxas de luz, para que migrantes usufruam gratuitamente. S Paulo fornece aos migrantes seus recursos hídricos e naturais, e sofre com racionamentos em períodos de escassez.

60. Migrantes ocupam espaços que pertencem ao paulista. Arruaças em transportes públicos. Burlas de catraca. Heliópolis e Paraisópolis. Migram, saciam a fome, depois permanecem em SP impondo seus costumes. Possuem inúmeros filhos, diferentes hábitos, despejam lixo nas ruas, praticam assédios, ofendem pessoas por nada. Agridem com seus ritmos - funk, forró, etc – em carros, ruas. Ao rejeitar, o paulista é taxado de “preconceituoso”. Nossas praças NÃO são locais de “rodas de forró”, feiras de trocas, desrespeitando locais históricos. A farta divulgação pública de “forrós” em cartazes, carros, demonstram o desrespeito do migrante na terra alheia. Ao contrário do que pensam, São Paulo NÃO é filial ou colônia do Nordeste.

61. Inúmeros paulistas relatam as mesmas reclamações. É impossível que um povo inteiro seja "preconceituoso".

62. Assistimos nos noticiários: Estuprador de Ferraz foge para o Maranhão. Ex-jogador que asassinou esposa foge para a Bahia. Pedófilo de Catanduva era foragido de Pernambuco. Prefeito de Taboão da Serra suspeito de corrupção mora na Paraíba. De todos os crimes dos noticiários, freqüentemente há migrantes envolvidos. (ref XIV).

63. A quase totalidade da população carcerária de S Paulo é formada por migrantes e descendentes. S Paulo possui cerca de 40\% dos presidiários do país. Proporção maior do que de sua população. O que sugere que SP sustenta bandidos de outros estados. Que vêm cometer crimes, aterrorizando a população paulista. Não sendo devolvido à sua origem, o detento é sustentado pelo discriminado contribuinte paulista. (CF Art. 150 - II)

64. Inúmeros são os bandidos foragidos de seus estados que fogem para SP. Ou que cometem crimes em S Paulo e fogem para suas origens. Nosso estado não pode se transformar em um refúgio de criminosos. Sobrecarregando nossa Polícia com problemas que não são nossos. Reivindicamos, pois, à medida do possível, a averiguação de antecedentes criminais dos migrantes que chegam ao estado de S Paulo. Medidas que não impedem o trânsito livre de pessoas de boa índole. E verificação de recursos para moradia, emprego fixo, subsistência. Visto que não é correto o contribuinte paulista assumir seus custos.

65. Migrantes dão-se o direito de cultivar a própria cultura, porém acusam de racista ao outro que quer preservar a sua. Não reconhecem outras culturas. São, pois, atos de Xenofobia e Egocentrismo. Nas práticas descritas nos ítens 7, 44, 46, 51 e 72, verifica-se: métodos sórdidos de censura; desejo de ocupação; intolerância ao direito de existir do outro.

66. Repudiamos as práticas da Mídia manipuladora. As homenagens feitas à migração, a despeito da opinião paulista não ouvida. Telejornais sensacionalistas fazem inúmeras críticas, mas não mencionam a causa. Culpam os governos por enchentes, porém migrantes inundam de lixo nossos bueiros. S Paulo envia bilhões ao governo federal, porém superlotam nossos hospitais. Repudiamos o proposital excesso de espaço a migrantes na Mídia em S Paulo. Jornalistas/colunistas ao estilo “Marcio Canuto”. O rótulo de “vítimas” dado aos migrantes. No aniversário da cidade, os paulistanos nem são ouvidos! Nos programas de TV, sua presença em todos os locais. Não respeitam a nossa cultura.


* Excesso de espaço

67. Migrantes já desrespeitam e invadem espaços demais, e NÃO necessitam de mais homenagens

68. Exigimos a revogação imediata das seguintes leis e projetos similares: Lei 8.441 (23/11/1993), Lei 12.061 (26/9/2005), Lei 50.587 (13/3/2006), Lei nº 11.755 (01/07/2004), todas referentes a homenagens a migrantes. Bem como a Lei Municipal 2.819 (30/06/2005) de Cosmópolis, Lei 2.468 (14/07/1999) de Itanhaém, Lei 4.345 (05/05/2010) de Taubaté. Casos semelhantes em todas as nossas cidades. Festas nos Calendários oficiais. Basta de agredir o povo paulista e entregar nosso estado para migrantes. (vide ítem 52).

69. Repudiamos qualquer tipo de evento à cultura migrante com verbas públicas. Como a “Homenagem à Luís Gonzaga no Anhangabaú”, cujo objetivo era “valorizar e reforçar” – ainda mais! – “as tradições nordestinas”. Bem como condecorações, e homenagens em nomes de logradouros. Além disso, nunca se viu seus estados promoverem, de forma recíproca, homenagem a S Paulo, que os sustenta com impostos, e alimenta seus emigrados. Ao contrário, paulistas são tratados com preconceito nos outros estados. Seja como alvos de hostilidade gratuíta, ou da costumaz deslealdade mineira.

70. O projeto do Metrô "Seis na Sé" é bastante criativo. Porém é lamentável o excesso de atrações voltadas a migrantes. Basta de homenagens! O ato de fazê-los se sentir “em casa” é mais um incentivo.

71. DENUNCIAMOS à População Paulista a existência do “Conselho Estadual da Comunidade Nordestina” (Copane), mantido pela Sec. de Relações Institucionais do Gov. do estado. Tal grupo está exigindo a inserção da cultura nordestina na grade curricular de todas as escolas paulistas!!! O ato mostra o claro intento AGRESSOR de impôr a própria cultura. Inserir-se na política, para tomar o estado dos paulistas! Propôr políticas públicas, exigir AINDA MAIS direitos e espaço, visando seus interesses! Este grupo pretende ainda formular denúncias contra paulistas – DENTRO DE SÃO PAULO - que se tornam ameaças, intimidação. Enquanto vemos a cultura paulista ser dizimada pela imposição migrante, concede-se verbas aos dizimadores. Um suicídio cultural.

72. Conclamamos a população paulista a reagir e rechaçar estas agressões. Migrantes pretendem: implantar sua cultura às nossas crianças, e inserir-se no nosso governo; gradativamente mais. No intento de tomá-lo e impôr aspectos da própria cultura.

73. Exigimos a EXTINÇÃO IMEDIATA deste grupo agressor de nome COPANE. Se os migrantes desejam a presença de sua cultura no currículo escolar, cultivá-la, governar, QUE NÃO HESITEM EM RETORNAR ÀS SUAS TERRAS DE ORIGEM. A imposição cultural viola a Diversidade. Que vão pleitear inserção na politica de suas terras, que também têm muitas necessidades e carências.

74. São Paulo não foi buscá-los em sua terra, e portanto não é obrigado a sofrer suas imposições. A Cultura popular que deve ser valorizada em São Paulo é a Cultura Paulista! Não admitimos estas agressões xenófobas de migrantes contra nossa Identidade. Exigimos atitudes rígidas e exemplares das nossas autoridades. A recusa das exigências deste grupo e sua extinção. Quem deve exigir respeito é o anfitrião, não a visita. O respeito ao Paulista em São Paulo, seja Lei!

75. Tenta-se forçar a idéia de que a migração em massa é mais antiga do que é de fato. Em nosso direito como Povo Paulista, que deve ser respeitado, afirmamos que: Respeitamos a cultura nordestina como uma OUTRA cultura, com suas qualidades. Porém NÃO a reconhecemos e rejeitamos como contribuinte ou integrante na formação Cultural Paulista. Não faz parte da nossa História. Não se funde com a nossa de maneira alguma. Visto que foi uma imposição a partir da década de 60, e jamais uma aceitação espontânea. Representou choque cultural por suas grandes disparidades com relação à nossa. O Paulista sempre a rejeitou. Sendo por isso, inclusive, estereotipado de "preconceituoso". São Paulo não possui vínculos com estes estados. Repudiamos intercâmbios forçados em benefício de migrantes.

76. Reivindicamos a demolição do absurdo "Monumento ao Migrante Nordestino", implantado no Largo da Concórdia, em ago/2010, um projeto da Sec da Cultura. (vide ítem 51). Bem como a extinção completa do comércio ilegal no local. Repudiamos influência da cultura nordestina em nossas festas juninas. Em evento "S.João em S.Paulo" (jun/2010), promovido pela SP Tur, foi veiculado na Mídia as expressões descritas no ítem 45, reivindicamos o mesmo espaço para retratação e expressão da nossa opinião.

77. Noticiou-se em abr/2010, fato no qual um homem morreu baleado em frente ao CTN - Centro de Tradições Nordestinas - no bairro do Limão na capital. Segundo depoimentos de funcionários, nos CTNs, confusões e brigas são comuns. Estes locais – bem como as chamadas “Casas do Norte” - são conhecidos pelas festas, bebidas, badernas, violência. São fatos notórios. Os CTNs não se restringem ao cultivo dentro de suas dependências, como seria sua função. Evidenciam-se pelo desrespeito e arrojo contra a Cultura do anfitrião, a partir de seus líderes. Imposições na terra alheia (ítem 87). Não possui, pois, função e caráter respeitador e pacífico; e sim agressivo e xenófobo. Relembramos a ocasião da proibição das torcidas organizadas, na qual a violência não foi vista como “exceção” e sim como “método”. De forma semelhante, diante dos atos citados, reivindicamos o fechamento e proibição de todos os CTNs no Est. de S Paulo.

78. Citamos as palavras do 1o Ministro da Austrália, aos imigrantes naquele país. "A Austrália não tem que se adaptar a você. É você quem tem que se adaptar à Austrália". Sarkozy, estadista global, reivindicou o direito de falar de imigração sem ser tachado de racista. Afirmou: "a imigração de hoje é a França daqui a 30 anos". Preservar sua Identidade é direito de todo Povo.

79. Ao se emigrar para um local, respeita-se os seus costumes e povo. Porém, o que se vê é migrante nordestino querendo se inserir na autoridade da terra alheia. E exigindo respeito. O nordestino têm todo o direito de construir e evoluir, no seu lugar de origem.

80. Invasão é uma forma de agressão. Tem-se um quadro em que se amordaça as pessoas que se sentem invadidas, gerando forte sentimento de injustiça e censura. O governo, que é sustentado pelos cidadãos, tem a obrigação de protegê-los. Quando o próprio governo age contra eles, está gerando a intolerância. Que acaba sendo uma reação, uma forma de defesa. Em suas esferas, torna-se o fomentador de grupos que extravasam violência. Um governo deve ouvir a opinião do SEU povo. Nosso glorioso estado não deve se curvar a exigências dos que ditam ordens na terra alheia.

81. Reivindicamos nossos bairros e cidades (ítem 48) retomados como territórios paulistas. Migrantes e descendentes devem respeitar a Lei, a Cultura Paulista, limpeza, hábitos, portar-se com discrição. Fique claro que ele é o visitante, e que o paulista é o anfitrião. Pois comumente agem como se fosse o inverso.

82. Reivindicamos proteção ao nosso sagrado interior contra a descaracterização. Multas para empresas que contratarem temporários migrantes e não providenciarem a sua devolução.

83. Reivindicamos maior atuação do Ministério Público em defesa da sociedade Paulista, na imposição cultural, e da Liberdade de Expressão, que é um dos direitos humanos. Organizações discriminam por "delitos de opinião". Provedores fazem exclusão arbitrária e unilateral de conteúdos. Opiniões estão sendo caladas. Reivindicamos formas onde recorrer nestas situações.

84. Repudiamos doutrinação ideológica nas escolas - favorável a qualquer lado - práticas “gramscistas” a crianças. Devem ser ensinadas imparcialmente todas as visões político-ideológicas, a fim de que o jovem decida sua opção. Reivindicamos revisão do atual currículo, por sua ocultação de fatos históricos paulistas. O baixo desempenho do estado nos indicadores nacionais são devidos aos migrantes. Que o método de aprovação e princípíos transmitidos em nossas escolas paulistas sejam: o Mérito, a Justiça, a Liberdade e o Esforço. Estes são os fundamentos – nossa cultura e história - com que construímos nosso Progresso.

85. O Povo Paulista conheça sua História. Nossos bairros e cidades foram bombardeados nas Revoluções de 24 e 32. Reivindicamos que nos locais, hajam placas em referência a estes fatos históricos.


* Serviços públicos

86. Conforme descrito no tópico "XI", ao se negar o direito de prioridade ao paulista, ele é que está sendo discriminado.

87. Apoiamos Projetos Democráticos como o PL nº 550/2004 (14/12/2004), sobre a criação do programa ”De volta para minha terra” na capital, benéfico para aqueles que optarem pelo retorno. Repudiamos as palavras de entidades migrantes que, na ocasião, atacaram o Vereador proponente. Estas atitudes demonstram o caráter das mesmas de impôr na terra alheia.

88. Apoiamos antigas iniciativas, como o PL nº 229/1990, que limitava aos migrantes direitos que NÃO possuem. Reivindicamos que o acesso aos serviços públicos por migrantes, seja restrito a pessoas que comprovem residência e trabalho fixo no estado de S Paulo há pelo menos dois anos. Vinculando assim à condição de contribuintes. Visando o fim da desigualdade entre constribuintes por estado. Exceto atendimentos de emergência. Conforme ítem 33, o uso por paulistas natos seja livre entre todas as cidades. Na ocasião, este defensor paulista, foi alvo de calúnias, chamado de “hitler” e outros insultos por parte de migrantes e da então prefeita. Que não queriam perder regalias.

89. Reivindicamos a proibição de compra de casas populares (ingresso nos planos habitacionais) a quem tenha menos de cinco anos de domicílio no estado. É inconcebível que um migrante obtenha imóvel em SP, enquanto o paulista se sacrifica para pagar aluguel, sem invadir terrenos. ref item 54. Ganham conjunto habitacional, com escola, posto de saúde, linha de ônibus.

90. São Paulo é um estado grandioso porque nossos antepassados trabalharam muito para isso. Então, os benefícios são dos paulistas por direito. Não se deve permitir que pessoas de outros lugares se apoderem do que é nosso. Se querem também, construam o seu. Cada um na sua terra. S Paulo deve cuidar dos seus pobres. E não dos pobres dos outros.

91. Não bastando receber bilhões em recursos que enviamos, os governantes de seus estados estimulam a migração, pagando passagens, exportando seus problemas para S Paulo. Portanto torna-se ilógico e desigual proibir a S Paulo a prática do contrôle, alegando discriminação. Visto que estes estados possuem o direito de obrigar S Paulo a receber os seus.

92. Inúmeros são os casos de migrantes que há anos invadiram terrenos paulistas. Assim tornaram-se proprietários. E hoje paulistas pagam aluguel a estes migrantes por estes imóveis. Faça-se um levantamento dos imóveis da capital, quais foram usurpados, e quais comprados honestamente. E se verá.a forma como migrantes despojaram São Paulo.

93. Migrantes estão muito bem empregados em S Paulo - exaltando sua origem, agredindo nossa culura. Salários compatíveis (superiores ao de muitos paulistas), benefícios trabalhistas, é o estado em que há maior fiscalização. Muitos comerciantes, pelas boas condições que SP lhes deu. Possuem imóveis, bens materiais, lazer. Enquanto inúmeros verdadeiros paulistas desempregados pagam aluguel, passam necessidades e aflições.

94. A oferta de empregos é estímulo para a migração. Diante disto, reivindicamos incentivos a empresas que priorizem paulistas.

95. Migrantes recebem auxílio-aluguel. Programas como o "Mãe Paulistana" e similares, concedem enxoval e transporte gratuíto a migrantes. Afirmamos que: enquanto se ficar concedendo regalias, a migração será incentivada.

96. Há algum tempo, um projeto da Prefeitura da capital ofereceu R$5 mil para famílias de sem-teto, além das passagens para os desabrigados retornarem à sua origem. Porém, foi recusado pelos mesmos, pois não queriam perder bolsa, vale-leite, vaga em creche, etc. Conclui-se, pois, que a concessão de todo tipo de gratuidade é o incentivo para a permanência ou vinda de migrantes.

97. Quanto mais se constrói moradias, mais migrantes invadem São Paulo. Nunca serão suficientes os conjuntos habitacionais e creches. Pois assim que se estabilizam, mandam chamar o restante da família que ainda estão na terra natal.

98. São Paulo sustenta a parasitagem, dando moradia, recursos, auxílios, alimento e oportunidades abundantes. Enquanto há muitos necessitados da nossa gente.


* Contrôle

99. Migrantes adentram em São Paulo. Utilizam nossos hospitais públicos, postos de saúde, ambulatórios de especialidades de alta tecnologia. Paulistas esperam meses por uma consulta médica, horas para um atendimento. O estado de S Paulo não tem obrigação alguma de aumentar sua demanda para atender problemas de outros estados. E sim de direcionar suas vagas existentes para paulistas. Ambulâncias são tomadas de nossos idosos necessitados, para atender migrantes! Migrantes recebem confortável assistência médica domiciliar, enquanto muitos paulistas passam dificuldades de locomoção! Regiões mais povoadas por migrantes recebem mais assistência. É humilhante que migrantes utilizem hospitais de referência, como o HC, enquanto paulistas natos não têm e nunca tiveram acesso! Migrantes tomam as vagas de nossas crianças nas escolas e creches. Aumentam a demanda por merenda. Migrantes querem tomar tudo que pertence aos paulistas. Retiram medicamentos gratuítos, que paulistas necessitados pagam caro para adquirir. Não amam São Paulo. Não amam os paulistas. Estão para pilharem TUDO que puderem. E principalmente, não VOTAM pelo bem de São Paulo.

100. Pela imposição cultural, por ser um estrangeiro na própria casa, por suas ruas inundadas de lixo, seus hospitais e escolas tomados, por todas as práticas citadas, paulistas se opõem à migração excessiva. E por isso são chamados de "preconceituosos". Não obstante estas muitas agressões cometidas contra S Paulo, migrantes dizem-se vítimas discriminados.

101. Reivindicamos as seguintes medidas:

a) Torne-se crime no Estado de São Paulo, a invasão e loteamento de terrenos ou prédios - públicos ou privados. São Paulo não foi buscá-los em sua origem. Portanto, não tem obrigação de sofrer suas práticas.
b) Cobrança de água, luz e IPTU nas favelas, sem taxas diferenciadas. Sem tolerância a roubos de serviços e ligações irregulares, sendo também encarado como crimes.
c) Suspensão de TODO e QUALQUER benefício e gratuidades a migrantes. Seja pelo estado e todas as prefeituras. A SABER: medicamentos gratuítos, auxílio-aluguel, mãe-paulistana, bolsas por número de filhos, casas populares, leve-leite, uniforme, material, transporte escolar, cestas básicas, bolsas diversas, auxílios-financeiros, e todos os demais não-mencionados. Trata-se apenas do estado parar de conceder o que NÃO tem obrigação de conceder. Como já dito, São Paulo deve cuidar dos SEUS pobres.
d) O uso dos serviços públicos (hospitais, postos, escolas, creches, assistência social, etc.) sejam limitados, conforme mecionado nos ítens 88 e 33.
e) Total proibição de camelôs e todo tipo de comércio ilegal. Nas ruas, praças, calçadas, barracas, etc. (que inclusive causa riscos a pedestres). Com apreensão e prisão em caso de reincindência. Ambulantes têm o total direito de fazer suas atividades. Em suas terras de origem
f) Tolerãncia zero com todo tipo de crimes
g) Não tolerar transgressão a leis contra ruído, desordens, veículos de som e forrós ilegais, fraudes, burlas de catraca, pixações, desrespeitos.

102. Todas estas parecem medidas radicais. Migrantes possuem a índole da vitimização, e certamente a usarão. Porém exigem firmeza e coragem, como UNICA FORMA de INTERRUPÇÃO da invasão cultural. Como exemplificado nos ítens: 95, 96 e 97. Entendemos como a única forma de Contrôle Migratório – dentro da Constituição Brasileira - o corte absoluto dos INCENTIVOS para sua permanência ou vinda. Aliado ao fim da censura e desrespeitos. Migrantes devem agir de maneira correta com as nossas pessoas e com o nosso estado.

103. Que passem a exigir de seus estados de origem. Vide ítem 15. São Paulo não deve incentivar a migração, ferindo seu próprio povo contrariado, descrente e calado.

104. Sendo fruto de nosso espírito e nossa cultura, o nosso Progresso, Faculdades, novos trens do Metrô - sejam para usufruto do nosso povo verdadeiramente paulista.

De São Paulo para São Paulo.


* Cultura Paulista

105. O paulista não mudou! Buscamos ouro pelos sertões. Demos ouro para o bem de São Paulo. Hoje a riqueza que buscamos é a preservação da nossa Identidade e nossa Cultura.

106. Reivindicamos ao governo de S Paulo, que através da Secretaria da Educação, inclua no currículo escolar a disciplina “História de São Paulo”.

107. Reivindicamos a execução do Hino Estadual Paulista nas escolas e em todos os eventos esportivos, o "Hino dos Bandeirantes". Letra de Guilherme de Almeida, e Música na versão de Sérgio de Vasconcellos Corrêa.

108. Reivindicamos a extrema valorização de Sociedades e Institutos relacionadas à nossa História, como expressão máxima do nosso orgulho. Que passem a ter o lugar de honra que merecem. Espaço no site oficial do Governo, e incentivos governamentais. E a valorização a sedes, edifícios, monumentos e ícones culturais, relacionados ao Estado de São Paulo.

109. Reivindicamos o restabelecimento da placa do nome do Túnel “9 de julho”, e a conclusão das reformas no Obelisco do Ibirapuera

110. Lamentamos condoídos as perdas inestimáveis ocorridas no incêndio no Instituto Butantã em maio/2010, tamanho acêrvo de conhecimento perdido.

111. Expressamos ao Metrô, o desejo de que a estação Butantã da Linha Amarela tenha o seu nome alterado para MMDC-Butantã, em homenagem aos mártires de 32. (vide ítens 69, 70)

112. Repudiamos as declarações odiosas do político Lula da Silva, em abr/2010, em que chamou nossa heróica “Revolução Constitucionalista”, de “golpe”. Na qualidade de Pres. República e na certeza impune, vilipendiou o maior símbolo e escarneceu do povo paulista. Diante desta e outras situações evidentes de que vomita preconceito anti-paulista, reivindicamos que este senhor seja declarado "Persona non grata" no Estado de S Paulo - de modo semelhante ao proposto pela Ass. Legislativa do RJ com o deputado Ibsen Pinheiro. A memória eterna de nossos heróis, o sangue vertido, as lágrimas pelos nossos mortos, não podem ser pisados por um político preconceituoso e transitório. Reivindicamos que seja retirado o nome “Getúlio Vargas” de todos os logradouros do estado. Homenagear ditadores é inaceitável.

“São Paulo não esquece, não transige, não perdoa”.


* Considerações finais

113. Rejeitamos quaisquer acusações de “preconceito”. Visto que nenhuma afirmação aqui feita é baseada em “Conceitos prévios”; e sim em fatos dos quais somos testemunhas há décadas.

114. Fique esclarecido que os migrantes são os visitantes. E os paulistas são os “donos-da-casa”. E não o inverso, como pensam e agem. Assim ambos devem portar-se como tal.

115. NÃO compactuamos com quaisquer tipos de grupos extremistas, skinheads, neonazismo, etc., que pregam agressões e outros crimes injustificáveis.

116. Rejeitamos calúnias de ‘racismo’. Nossa cor não é branca, não é morena, não é negra. Nossa cor é São Paulo.

Certos do atendimento das autoridades às nossas reivindicações bandeirantes.
Como em jan/32, diziam as faixas em comício na Praça da Sé, novamente nós dizemos.
Assim como no passado: SÃO PAULO PARA OS PAULISTAS!



Abaixo-assinados.