Pela Destinação Pública e Cultural dos andares acima do Teatro Casa Grande e cumprimento da cessão para o funcionamento do Centro Cultural Casa Grande
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Governo do Estado do Rio de Janeiro
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Artistas, intelectuais, profissionais da cultura, sociedade civil, estudantes e o povo carioca. -
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Os fundadores e dirigentes do Teatro Casa Grande e um representativo número de intelectuais e artistas do Rio de Janeiro, que participaram dos debates e eventos políticos e culturais do Teatro no período mais agudo da luta pela democracia no País, reivindicam a formalização do contrato de cessão de uso do espaço, acima do Teatro, destinado ao Centro Cultural Casa Grande.
Esta cessão esteve prevista ao longo de toda a negociação com a Prefeitura e com a Assembléia Legislativa do Estado, quando foi definida a construção do Shopping Leblon no terreno do antigo Teatro, ficando acertado que a contrapartida deste projeto comercial seria a criação de um complexo de atividades culturais e acadêmicas no espaço acima do teatro.
Em 2002, a então Governadora Benedita da Silva celebrou um convênio para tirar do papel a idéia da criação do Centro Cultural, dando forma jurídica a essa iniciativa. O convênio foi aprovado pela Assembléia Legislativa, os andares foram construídos e o Centro está pronto para ser instalado. É um sonho de mais de vinte anos e uma luta de artistas e intelectuais, desejosos de expandir e tornar permanente a ação social do Teatro.
Nos planos do Instituto Casa Grande, que vai administrar o Centro, está a realização de cursos práticos na área das artes plásticas, música, um Fórum Permanente de Problemas Brasileiros, uma Universidade Livre e Aberta e outras iniciativas. Os nomes do conselho consultivo do Instituto respondem por sua credibilidade: Oscar Niemeyer, Sergio Ricardo, Ziraldo, Zuenir Ventura, Milton Coelho da Graça e outros.
Para nossa surpresa, o Secretário da Fazenda do Rio de Janeiro, no propósito legítimo de fortalecer as finanças do estado, mas certamente por desconhecer aspectos históricos do problema, anunciou que venderia o espaço, tendo marcado um leilão para o próximo dia 27 de janeiro. Se isto for concretizado, terá sido alienado um patrimônio cultural e simbólico que pertence não só aos cariocas, mas a todos os brasileiros. Terá sido também uma violação do direito estabelecido no convenio para o uso do terreno do Casa Grande e consagrado pela Assembléia Legislativa portanto, passível de contestação.
Esperamos, portanto, que a venda não ocorra e que o Estado reconheça a importância desta trincheira da cultura e da cidadania.
Esta cessão esteve prevista ao longo de toda a negociação com a Prefeitura e com a Assembléia Legislativa do Estado, quando foi definida a construção do Shopping Leblon no terreno do antigo Teatro, ficando acertado que a contrapartida deste projeto comercial seria a criação de um complexo de atividades culturais e acadêmicas no espaço acima do teatro.
Em 2002, a então Governadora Benedita da Silva celebrou um convênio para tirar do papel a idéia da criação do Centro Cultural, dando forma jurídica a essa iniciativa. O convênio foi aprovado pela Assembléia Legislativa, os andares foram construídos e o Centro está pronto para ser instalado. É um sonho de mais de vinte anos e uma luta de artistas e intelectuais, desejosos de expandir e tornar permanente a ação social do Teatro.
Nos planos do Instituto Casa Grande, que vai administrar o Centro, está a realização de cursos práticos na área das artes plásticas, música, um Fórum Permanente de Problemas Brasileiros, uma Universidade Livre e Aberta e outras iniciativas. Os nomes do conselho consultivo do Instituto respondem por sua credibilidade: Oscar Niemeyer, Sergio Ricardo, Ziraldo, Zuenir Ventura, Milton Coelho da Graça e outros.
Para nossa surpresa, o Secretário da Fazenda do Rio de Janeiro, no propósito legítimo de fortalecer as finanças do estado, mas certamente por desconhecer aspectos históricos do problema, anunciou que venderia o espaço, tendo marcado um leilão para o próximo dia 27 de janeiro. Se isto for concretizado, terá sido alienado um patrimônio cultural e simbólico que pertence não só aos cariocas, mas a todos os brasileiros. Terá sido também uma violação do direito estabelecido no convenio para o uso do terreno do Casa Grande e consagrado pela Assembléia Legislativa portanto, passível de contestação.
Esperamos, portanto, que a venda não ocorra e que o Estado reconheça a importância desta trincheira da cultura e da cidadania.
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