Pelo retorno da Agere a Empresa Municipal com 100\% capital público
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Câmara Municipal de Braga
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Pelo retorno da Agere a Empresa Municipal com 100\% capital público
No início de 2005, a Câmara Municipal de Braga alienou 49\% das acções da Agere, empresa pública municipal, a um consórcio privado que passou assim a ocupar uma posição estratégica e de domínio de facto na Empresa.
Consequência inequívoca desta privatização, os serviços prestados pela Agere passaram então a ser norteados pela lógica da maximização da rentabilidade do capital privado, isto é, tendo em vista o lucro.
A adopção deste princípio acarretou inevitavelmente um aumento de encargos para as populações: de forma directa enquanto consumidores, com o pagamento de facturas mais elevadas, consequência dos aumentos das tarifas da água,da recolha do lixo e do saneamento; e também enquanto contribuintes, através do aumento progressivo da transferência da Câmara de Braga, a título de indemnização compensatória, que em 2008 atingiu cerca de 3,5 milhões , mais 2 milhões que em 2004, último ano como empresa pública.
A entrega de serviços públicos à gestão e exploração de grupos privados em posição maioritária ou estratégica lesa inevitavelmente o interesse público e piora as relações laborais dos seus trabalhadores.
Serviços como o abastecimento de Água, um bem público, a recolha e tratamento de resíduos, a limpeza e higiene dos espaços públicos, não são um negócio. Devem por isso ser assegurados por entidades públicas e postos nas melhores condições de qualidade, acessibilidade e preços, ao serviço das populações e das localidades.
É dever de todas as candidaturas às próximas eleições para os Órgãos Municipais de Braga clarificar a sua posição quanto a esta questão.
Os signatários exigem que a Câmara Municipal de Braga dê início, nos termos e prazos estabelecidos no Acordo Parassocial, às diligências necessárias para a revisão do modelo de gestão por forma a preparar as condições para o retorno da Agere - Empresa de Águas, Efluentes e Resíduos de Braga, EM ao estatuto de Empresa Municipal com 100\% de capital público.
No início de 2005, a Câmara Municipal de Braga alienou 49\% das acções da Agere, empresa pública municipal, a um consórcio privado que passou assim a ocupar uma posição estratégica e de domínio de facto na Empresa.
Consequência inequívoca desta privatização, os serviços prestados pela Agere passaram então a ser norteados pela lógica da maximização da rentabilidade do capital privado, isto é, tendo em vista o lucro.
A adopção deste princípio acarretou inevitavelmente um aumento de encargos para as populações: de forma directa enquanto consumidores, com o pagamento de facturas mais elevadas, consequência dos aumentos das tarifas da água,da recolha do lixo e do saneamento; e também enquanto contribuintes, através do aumento progressivo da transferência da Câmara de Braga, a título de indemnização compensatória, que em 2008 atingiu cerca de 3,5 milhões , mais 2 milhões que em 2004, último ano como empresa pública.
A entrega de serviços públicos à gestão e exploração de grupos privados em posição maioritária ou estratégica lesa inevitavelmente o interesse público e piora as relações laborais dos seus trabalhadores.
Serviços como o abastecimento de Água, um bem público, a recolha e tratamento de resíduos, a limpeza e higiene dos espaços públicos, não são um negócio. Devem por isso ser assegurados por entidades públicas e postos nas melhores condições de qualidade, acessibilidade e preços, ao serviço das populações e das localidades.
É dever de todas as candidaturas às próximas eleições para os Órgãos Municipais de Braga clarificar a sua posição quanto a esta questão.
Os signatários exigem que a Câmara Municipal de Braga dê início, nos termos e prazos estabelecidos no Acordo Parassocial, às diligências necessárias para a revisão do modelo de gestão por forma a preparar as condições para o retorno da Agere - Empresa de Águas, Efluentes e Resíduos de Braga, EM ao estatuto de Empresa Municipal com 100\% de capital público.
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- se é para meter água, que esta seja nossa
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maria gardine c.l.o.labescat silva
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- A defesa da água como bem público é uma causa maior.
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- Água é Vida, não é um negócio.
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- A Água Não é um Negócio, mas para o Gande Capital ela é o Negócio do Futuro.
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Sónia Constantino Peixoto da Silva
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- Porque há coisas que não são um negócio
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