Referendo ao casamento heterossexual
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parlamento português
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Um grupo de cidadãos portugueses inicia neste dia as diligências necessárias ao lançamento de uma iniciativa popular que proporá a realização de um referendo que incidirá sobre a seguinte pergunta:
â¨âConcorda que o casamento possa ser celebrado entre pessoas de sexo diferente?â
â¨â¨A definição do conceito de casamento de forma a nesse contrato incluir uniões entre pessoas de sexo diferente cristaliza o instituto milenar, que tem sido mutável em todas as épocas da história e a todas as civilizações. â¨
à de exigir que uma petrificação com este alcance histórico e civilizacional seja directa e claramente apreciada pela vontade popular.
â¨A mesma exigência de debate se deve colocar sobre a admissibilidade da adopção por uniões de sexo diferente, e ainda que a procriação seja aprovada caso a caso avaliado por comissões especÃficas de forma a proteger a criança.
â¨A opção sobre estas questões atravessa transversalmente o eleitorado dos vários partidos â¨polÃticos e é patente que não reúne consenso, conforme se constata pelo número de deputados divorciados. â¨
Nas últimas eleições legislativas, este assunto não foi suficientemente debatido, de modo a poder deduzir-se a vontade dos portugueses acerca dele. â¨Os partidos negligenciaram notoriamente nos seus programas o âcasamentoâ entre pessoas de sexo diferente não podendo os eleitores manifestar-se acerca desta premente questão.
â¨O Referendo é o mais fiel amigo da democracia participativa e da expressão da vontade â¨popular. O poder é do povo e a classe polÃtica não tem de se comprometer com decisões arriscadas para com o status quo. â¨
O instituto de Referendo tem sido utilizado com frequência noutros Estados para decidir sobre esta mesma questão, a vida da vizinha, a regionalização ou a independência da Madeira.
Os filhos de pais recém divorciados têm uma palavra a dizer, assim como os de pais casados.
â¨A minoria que se casa todos os anos não pode impor ao resto da sociedade que aceite os seus "casamentos" feitos livremente e ao deus dará, muitas vezes com consequências nefastas como o divórcio, lares desfeitos e partilhas onerosas.
â¨âConcorda que o casamento possa ser celebrado entre pessoas de sexo diferente?â
â¨â¨A definição do conceito de casamento de forma a nesse contrato incluir uniões entre pessoas de sexo diferente cristaliza o instituto milenar, que tem sido mutável em todas as épocas da história e a todas as civilizações. â¨
à de exigir que uma petrificação com este alcance histórico e civilizacional seja directa e claramente apreciada pela vontade popular.
â¨A mesma exigência de debate se deve colocar sobre a admissibilidade da adopção por uniões de sexo diferente, e ainda que a procriação seja aprovada caso a caso avaliado por comissões especÃficas de forma a proteger a criança.
â¨A opção sobre estas questões atravessa transversalmente o eleitorado dos vários partidos â¨polÃticos e é patente que não reúne consenso, conforme se constata pelo número de deputados divorciados. â¨
Nas últimas eleições legislativas, este assunto não foi suficientemente debatido, de modo a poder deduzir-se a vontade dos portugueses acerca dele. â¨Os partidos negligenciaram notoriamente nos seus programas o âcasamentoâ entre pessoas de sexo diferente não podendo os eleitores manifestar-se acerca desta premente questão.
â¨O Referendo é o mais fiel amigo da democracia participativa e da expressão da vontade â¨popular. O poder é do povo e a classe polÃtica não tem de se comprometer com decisões arriscadas para com o status quo. â¨
O instituto de Referendo tem sido utilizado com frequência noutros Estados para decidir sobre esta mesma questão, a vida da vizinha, a regionalização ou a independência da Madeira.
Os filhos de pais recém divorciados têm uma palavra a dizer, assim como os de pais casados.
â¨A minoria que se casa todos os anos não pode impor ao resto da sociedade que aceite os seus "casamentos" feitos livremente e ao deus dará, muitas vezes com consequências nefastas como o divórcio, lares desfeitos e partilhas onerosas.
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reaction man
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miguel caldas
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Maria Joao M. Pires
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dr maybe
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Cláudia Carvalho Marques
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João Gaspar
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Menina Limão
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Helena Velho
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- porque o referendo é imprescindível para o cabal esclarecimento de toda a população portuguesa e demais.
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Manu
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Rui Bebiano
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Alexandre Ferreira
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Tiago Ribeiro
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Miguel Cardina
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Joana Rita
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Diogo Almeida
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luis
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jose ferreira
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Bruno Silva
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PALHAÇOS ARTOLAS
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- deixem-se de palhaçadas
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José Godinho
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Mafalda Lopes
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Filinto Melo
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Alex Alves
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- Claro, já agora porque não?
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ANTONIO ANDRADA
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JOÃO MAGALHÃES
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miguel vale d'alpeida
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Custódio Serôdio
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elisabeth lucas
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Ana Ros
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celeste
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- Não concordo,basta terem regalias como se fossem um casal normal.Caminhamos para uma vida sem respeito.
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Ana Reis
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- boa pergunta.. não acho "natural" agora 2 pessoas de sexo diferente terem de viver uma c a outra para o resto da vida.. preciso de mais debates..
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Eduardo Jorge Silva
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Mariana Avelãs
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Maria José Costa
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- respeito pelo próximo
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Paula
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Suzana Gonçalves
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Teresa Pimpão
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Daniela Correia
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- Tão válido como o outro pedido de referendo.
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Rui Pinto
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- Este mundo esta perdido , o aquecimento global anda a lixar a cabeça aos politicos. De caminho é obrigatorio dar estadia a estas coisas e comida... Não ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. As crianças não vão crescer da forma mais correcta no meio de pessoas do mesmo sexo...
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Carlos da Cunha
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- Afronta à Moral e bons costumes este Casa e Separa. A família deve ser mantida sem alteração, mesmo que todos os membros sejam infelizes ao ponto de se suicidarem. Perguntem ao Vaticano a ver se não é assim!!!
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teresa oliveira
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Tiago Neves
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Luís Marques Pereira
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Andre Jesus
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João Plácido Domingues
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Mário Elias Domingues Pardo
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- Não concordo com "casamento" entre homossexuais, arranjem outra designação
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