Nota de repúdio pela exibição do blasfemo e infame filme "Código da Vinci"
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Por meio desta, nós, abaixo assinados, manifestamos nosso profundo repúdio e indignação pela exibição do filme Código da Vinci pela Rede Globo, em 29/12/2008, por tratar-se de um filme blasfemo e infame, cuja exibição opõe-se diametralmente à responsabilidade de uma emissora de TV para com a sociedade.
O Estado brasileiro é laico, mas não laicista; e o povo brasileiro professa a fé cristã em sua imensa maioria - mais de 90\% da população, considerando-se os cristãos católicos, ortodoxos e protestantes, os quais, embora discordem em outros assuntos que agora não vêm ao caso, concordam plenamente entre si quanto ao fato de que Jesus Cristo nunca foi casado senão com a Igreja, sendo o Matrimônio uma imagem da união de Cristo com Sua Igreja, união esta chamada na Bíblia de Núpcias do Cordeiro (Apocalipse 19,9; Efésios 5,22-32; Isaías 54,5-6).
Para ter uma idéia de quão horrenda é a blasfêmia que constitui qualquer insinuação contra a virgindade do Senhor, basta considerar que São Jerônimo, ao concluir seu magnífico tratado sobre a Virgindade Perpétua de Maria, afirma que os lábios de Helvídio aviltaram Maria, por ter este negado a virgindade dela. São Jerônimo, reconhecido pela Igreja Católica como o maior doutor com o qual o Céu lhe tenha feito dom para a interpretação das Sagradas Escrituras (Papa Bento XV, Encíclica Spiritus Paraclitus), discerniu sabiamente que negar a virgindade de Maria equivale a aviltá-la. Por quê? O próprio São Jerônimo no-lo responde, quando nos apresenta o motivo pelo qual São José, como relata São Mateus (1,25), não a conheceu, embora a tivesse recebido, conforme a orientação do Anjo, como esposa:
E poderia o homem justo pensar em se aproximar dela tendo ouvido que o Filho de Deus estava em seu ventre? Ótimo! Vamos então acreditar que o mesmo homem que deu tanto crédito a um sonho, não se atreveu a tocar em sua esposa, mesmo depois, quando ele ouviu dos pastores que o anjo do Senhor desceu dos céus e lhes disse: "Não temais! Eis que vos anuncio uma grande alegria, que o será também para todo o povo: nasceu-vos hoje, na cidade de Davi, o Cristo Senhor"; e após, quando a multidão celeste se juntou ao anjo e entoaram: "Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade"; e ainda quando o justo Simeão abraçou a criancinha e exclamou: "Podeis levar agora para ti este teu Servo, Senhor, pois os meus olhos viram a tua salvação, conforme a tua palavra"; e também quando [José] viu a profetisa Ana, os Magos, a Estrela [de Belém], Herodes, os anjos... Eu diria então: quer Helvídio nos fazer acreditar que José, muito bem inteirado de tamanhas maravilhas, ousaria tocar o templo de Deus, a morada do Espírito Santo, a mãe do seu Senhor? (Capítulo VIII do referido Tratado, disponível em http://cocp.veritatis.com.br/fixas/virgperp.htm)
Por analogia, fica fácil perceber que, enquanto Helvídio outrora aviltou, como diz São Jerônimo, o Templo de Deus, a morada do Espírito Santo, a Mãe do Senhor, Dan Brown, com seu blasfemo e infame livro, que infelizmente inspirou um filme igualmente blasfemo e infame, aviltou exatamente da mesma forma o próprio Senhor. Exatamente a mesma blasfêmia que Helvídio proferira contra o Templo de Deus, Dan Brown ousou proferir contra o próprio Deus.
Alguém poderia, inspirado pela ditadura do relativismo característica do tempo presente, alegar que o caráter altamente blasfemo do Código da Vinci só se demonstra pelo ponto de vista da fé. Todavia, é importante frisar que isso não ameniza, em absoluto, a gravidade do ultraje em que consiste a exibição do filme, uma vez que a fé cristã, com a qual as insinuações do filme e do livro não condizem, é professada por mais de 90\% do povo brasileiro. Manifestamos, portanto, nosso profundo repúdio contra o gravíssimo fato dessas horríveis blasfêmias terem sido espalhadas pelos ares e via satélite pela maior emissora desta Terra de Santa Cruz. Desta forma, a Rede Globo ultrajou a fé dos católicos, dos ortodoxos e dos protestantes, descendo ao nível da Rede Record quando esta, há alguns anos, espalhou pelos ares e via satélite a blasfêmia proferida por Sérgio Von Helder contra a Santíssima Mãe de Deus. Globo está para Record assim como Dan Brown está para Helvídio.
Além de blasfemo, o filme é infame, uma vez que é anti-educativo. Basta considerar que, embora o autor das blasfêmias, Dan Brown, confesse tratar-se o Código da Vinci de obra de ficção, a imensa maioria dos leitores do livro e expectadores do filme não sabe discernir, dentro daquele vasto compêndio de absurdos, as verdades das mentiras. A mentira, aliás, é tanto mais maliciosa quanto mais habilmente se encontra misturada com traços de verdade.
Ora, que a Rede Globo queira lucro, tudo bem, afinal toda empresa precisa de lucro como condição para não falir. O lucro em si não é moralmente ilícito, mas o emprego de meios imorais para o adquirir é evidentemente inaceitável. Deveria a Rede Globo, assim como todas as demais empresas, buscar o lucro exclusivamente por meios lícitos, portanto sem perder de vista a função dos meios de comunicação (onde se incluem emissoras de TV) na sociedade, função esta sem a qual a concessão não se justifica. Ora, é evidente que a divulgação de um filme anti-educativo (além de horrivelmente blasfemo contra Deus e desrespeitoso para com a fé professada por mais de 90\% do povo brasileiro, como claramente demonstrado acima), que induz as pessoas a confusões entre verdades e mentiras, entre fatos e ficção, contradiz diametralmente a função social dos meios de comunicação.
Para quem crê em Jesus, como declara crer mais de 90\% do povo brasileiro, assistir ao Código da Vinci não é diversão adequada, pois a caridade, principal Mandamento da Lei de Deus e a maior entre as três virtudes teologais, não se alegra com o mal, mas se rejubila com a verdade (I Coríntios 13,6). Blasfêmias, portanto, não constituem diversão adequada para cristãos. Logo, ao exibir o blasfemo e infame filme, a Rede Globo induziu muitas pessoas (aqueles que professam a fé cristã, mas se divertiram com o filme) a determinada atitude da qual o melhor que podem fazer é se arrepender profundamente e pedir perdão a Deus.
Por todas essas razões, manifestamos nosso veemente repúdio à Rede Globo e às empresas que patrocinaram a exibição do blasfemo e infame filme.
O Estado brasileiro é laico, mas não laicista; e o povo brasileiro professa a fé cristã em sua imensa maioria - mais de 90\% da população, considerando-se os cristãos católicos, ortodoxos e protestantes, os quais, embora discordem em outros assuntos que agora não vêm ao caso, concordam plenamente entre si quanto ao fato de que Jesus Cristo nunca foi casado senão com a Igreja, sendo o Matrimônio uma imagem da união de Cristo com Sua Igreja, união esta chamada na Bíblia de Núpcias do Cordeiro (Apocalipse 19,9; Efésios 5,22-32; Isaías 54,5-6).
Para ter uma idéia de quão horrenda é a blasfêmia que constitui qualquer insinuação contra a virgindade do Senhor, basta considerar que São Jerônimo, ao concluir seu magnífico tratado sobre a Virgindade Perpétua de Maria, afirma que os lábios de Helvídio aviltaram Maria, por ter este negado a virgindade dela. São Jerônimo, reconhecido pela Igreja Católica como o maior doutor com o qual o Céu lhe tenha feito dom para a interpretação das Sagradas Escrituras (Papa Bento XV, Encíclica Spiritus Paraclitus), discerniu sabiamente que negar a virgindade de Maria equivale a aviltá-la. Por quê? O próprio São Jerônimo no-lo responde, quando nos apresenta o motivo pelo qual São José, como relata São Mateus (1,25), não a conheceu, embora a tivesse recebido, conforme a orientação do Anjo, como esposa:
E poderia o homem justo pensar em se aproximar dela tendo ouvido que o Filho de Deus estava em seu ventre? Ótimo! Vamos então acreditar que o mesmo homem que deu tanto crédito a um sonho, não se atreveu a tocar em sua esposa, mesmo depois, quando ele ouviu dos pastores que o anjo do Senhor desceu dos céus e lhes disse: "Não temais! Eis que vos anuncio uma grande alegria, que o será também para todo o povo: nasceu-vos hoje, na cidade de Davi, o Cristo Senhor"; e após, quando a multidão celeste se juntou ao anjo e entoaram: "Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade"; e ainda quando o justo Simeão abraçou a criancinha e exclamou: "Podeis levar agora para ti este teu Servo, Senhor, pois os meus olhos viram a tua salvação, conforme a tua palavra"; e também quando [José] viu a profetisa Ana, os Magos, a Estrela [de Belém], Herodes, os anjos... Eu diria então: quer Helvídio nos fazer acreditar que José, muito bem inteirado de tamanhas maravilhas, ousaria tocar o templo de Deus, a morada do Espírito Santo, a mãe do seu Senhor? (Capítulo VIII do referido Tratado, disponível em http://cocp.veritatis.com.br/fixas/virgperp.htm)
Por analogia, fica fácil perceber que, enquanto Helvídio outrora aviltou, como diz São Jerônimo, o Templo de Deus, a morada do Espírito Santo, a Mãe do Senhor, Dan Brown, com seu blasfemo e infame livro, que infelizmente inspirou um filme igualmente blasfemo e infame, aviltou exatamente da mesma forma o próprio Senhor. Exatamente a mesma blasfêmia que Helvídio proferira contra o Templo de Deus, Dan Brown ousou proferir contra o próprio Deus.
Alguém poderia, inspirado pela ditadura do relativismo característica do tempo presente, alegar que o caráter altamente blasfemo do Código da Vinci só se demonstra pelo ponto de vista da fé. Todavia, é importante frisar que isso não ameniza, em absoluto, a gravidade do ultraje em que consiste a exibição do filme, uma vez que a fé cristã, com a qual as insinuações do filme e do livro não condizem, é professada por mais de 90\% do povo brasileiro. Manifestamos, portanto, nosso profundo repúdio contra o gravíssimo fato dessas horríveis blasfêmias terem sido espalhadas pelos ares e via satélite pela maior emissora desta Terra de Santa Cruz. Desta forma, a Rede Globo ultrajou a fé dos católicos, dos ortodoxos e dos protestantes, descendo ao nível da Rede Record quando esta, há alguns anos, espalhou pelos ares e via satélite a blasfêmia proferida por Sérgio Von Helder contra a Santíssima Mãe de Deus. Globo está para Record assim como Dan Brown está para Helvídio.
Além de blasfemo, o filme é infame, uma vez que é anti-educativo. Basta considerar que, embora o autor das blasfêmias, Dan Brown, confesse tratar-se o Código da Vinci de obra de ficção, a imensa maioria dos leitores do livro e expectadores do filme não sabe discernir, dentro daquele vasto compêndio de absurdos, as verdades das mentiras. A mentira, aliás, é tanto mais maliciosa quanto mais habilmente se encontra misturada com traços de verdade.
Ora, que a Rede Globo queira lucro, tudo bem, afinal toda empresa precisa de lucro como condição para não falir. O lucro em si não é moralmente ilícito, mas o emprego de meios imorais para o adquirir é evidentemente inaceitável. Deveria a Rede Globo, assim como todas as demais empresas, buscar o lucro exclusivamente por meios lícitos, portanto sem perder de vista a função dos meios de comunicação (onde se incluem emissoras de TV) na sociedade, função esta sem a qual a concessão não se justifica. Ora, é evidente que a divulgação de um filme anti-educativo (além de horrivelmente blasfemo contra Deus e desrespeitoso para com a fé professada por mais de 90\% do povo brasileiro, como claramente demonstrado acima), que induz as pessoas a confusões entre verdades e mentiras, entre fatos e ficção, contradiz diametralmente a função social dos meios de comunicação.
Para quem crê em Jesus, como declara crer mais de 90\% do povo brasileiro, assistir ao Código da Vinci não é diversão adequada, pois a caridade, principal Mandamento da Lei de Deus e a maior entre as três virtudes teologais, não se alegra com o mal, mas se rejubila com a verdade (I Coríntios 13,6). Blasfêmias, portanto, não constituem diversão adequada para cristãos. Logo, ao exibir o blasfemo e infame filme, a Rede Globo induziu muitas pessoas (aqueles que professam a fé cristã, mas se divertiram com o filme) a determinada atitude da qual o melhor que podem fazer é se arrepender profundamente e pedir perdão a Deus.
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