Movimento Pró-Rave do Paraná
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Assembléia Legislativa do Paraná
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Movimento Pró-Rave do Paraná -
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"O projeto de lei que o deputado Fabio Camargo vem tentando aprovar na assembléia legislativa levantou grande número de comentários após aprovação inicial, devido ao excessivo número de restrições o projeto já foi modificado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e só voltará a ser discutido em 07 de maio deste mesmo ano. Tal lei cria uma nova modalidade de discriminação, a discriminação musical. A repercussão do assunto chegou aos jovens, que logo após serem informados do assunto iniciaram mobilização para evitar o que aos olhos deles se trata de dificultar o acesso ao estilo musical e cultura. Nasce dessa forma o Movimento Pró-Rave do Paraná (MPR-PR).
Nós do MPR-PR, repudiamos veementemente a lei proposta pelo Deputado Fabio Camargo e aprovada em primeira discussão. A lei prevê exclusividade para organizadores quem tem um elevado porte financeiro, desfavorecendo e excluindo as bases. Tal medida favorece organizadores que não fazem um evento festivo para ampliação da cultura e lazer, e sim os que buscam unicamente lucros elevados através de cobrança de valores extremamente abusivos, já que as restrições são muitas e o custo operacional disso tudo onere sempre a parte mais fraca da corda, ou seja, o público. Atualmente, no Estado do Paraná existem milhares de jovens freqüentadores de festas de música eletrônica que vêem estas festas como um dos poucos momentos de lazer acessível. O projeto de lei discutido futuramente pode afetar profundamente estas festas de menor porte, pois estas seriam as com recursos limitados para organização e consequentemente as que atingem uma faixa social mais baixa. Vale lembrar que as festas que serão liberadas, tem ingresso médio de R$50, se comprado com um mês de antecedência.
Entendemos que a lei fere o artigo 5° da nossa constituição, onde diz que: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Dessa forma, interpretamos como inconstitucional as leis que restringem apenas um estilo musical, a lei deve ser aplicada a todos os eventos de todos os segmentos, e não somente aos eventos com música eletrônica. Não temos nada contra nenhum tipo de estilo musical, mas qual o motivo dos os shows de rock, festivais de reggae, festanças country, festas de pagode não terem que destinar 5\% da arrecadação com bilheteria a entidades beneficientes e mais 1Kg de alimento por pessoa presente? Em todas as festas os organizadores distribuem toneladas de alimentos a comunidades e até para as próprias prefeituras, distribuem mudas de árvores, etc... Organizadores de festas de música eletrônica cumprem muito mais o seu papel social do que os organizadores de outros segmentos e agora querem restringir nosso entretenimento?
Tememos que essa lei abra as portas para mais uma modalidade de corrupção, a venda de licenças ou liberações. Não ficaremos de braços cruzados, estamos nos mobilizando de maneira pacífica e organizada para lutar contra essas medidas que visam acabar com nosso direito de lazer, cultura e entretenimento.
Movimento Pró-Rave do Paraná."
Texto por Kiryan Mello (http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=50141609&tid=2595116489041228600&start=1)
Nós do MPR-PR, repudiamos veementemente a lei proposta pelo Deputado Fabio Camargo e aprovada em primeira discussão. A lei prevê exclusividade para organizadores quem tem um elevado porte financeiro, desfavorecendo e excluindo as bases. Tal medida favorece organizadores que não fazem um evento festivo para ampliação da cultura e lazer, e sim os que buscam unicamente lucros elevados através de cobrança de valores extremamente abusivos, já que as restrições são muitas e o custo operacional disso tudo onere sempre a parte mais fraca da corda, ou seja, o público. Atualmente, no Estado do Paraná existem milhares de jovens freqüentadores de festas de música eletrônica que vêem estas festas como um dos poucos momentos de lazer acessível. O projeto de lei discutido futuramente pode afetar profundamente estas festas de menor porte, pois estas seriam as com recursos limitados para organização e consequentemente as que atingem uma faixa social mais baixa. Vale lembrar que as festas que serão liberadas, tem ingresso médio de R$50, se comprado com um mês de antecedência.
Entendemos que a lei fere o artigo 5° da nossa constituição, onde diz que: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Dessa forma, interpretamos como inconstitucional as leis que restringem apenas um estilo musical, a lei deve ser aplicada a todos os eventos de todos os segmentos, e não somente aos eventos com música eletrônica. Não temos nada contra nenhum tipo de estilo musical, mas qual o motivo dos os shows de rock, festivais de reggae, festanças country, festas de pagode não terem que destinar 5\% da arrecadação com bilheteria a entidades beneficientes e mais 1Kg de alimento por pessoa presente? Em todas as festas os organizadores distribuem toneladas de alimentos a comunidades e até para as próprias prefeituras, distribuem mudas de árvores, etc... Organizadores de festas de música eletrônica cumprem muito mais o seu papel social do que os organizadores de outros segmentos e agora querem restringir nosso entretenimento?
Tememos que essa lei abra as portas para mais uma modalidade de corrupção, a venda de licenças ou liberações. Não ficaremos de braços cruzados, estamos nos mobilizando de maneira pacífica e organizada para lutar contra essas medidas que visam acabar com nosso direito de lazer, cultura e entretenimento.
Movimento Pró-Rave do Paraná."
Texto por Kiryan Mello (http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=50141609&tid=2595116489041228600&start=1)
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Sybelly Baron
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Mikael Ouriques
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Tiago Gil Barbosa
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Fernanda Jucá Oliveira
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Guilherme Ferraz
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- concordo
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Maycol herik Rodrigues Narloch
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luciano barros
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- Não ficaremos de braços cruzados!!!
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Felix Maique Machado
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- por uma vida sem preconceitos,começem a brigar por coisas muito mais necessarias,e por uma vida sem preconceito
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Tatiane Molgori de Menezes
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Kiryan Mello
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Angela Follador
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Fernanda
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Bruna Lenine
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Leandro Paul Malucelli
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- Musica eletronica é arte, e n é muito incentivada pelo governo como outros tipos de arte...a temos ainda obstácuolos ao nosso contra. Se não nos incentivarem, pelo menos não nos obstruam!!...MUSICA ELETRONICA É ARTE E GERA EMPREGOS!!!
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Jorge
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- Muitoo bomm
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Roger
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Flávia Ripula dos Santos
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- Isso é uma nova categoria de discriminação, a discriminação musical. Liberdade de escolha!
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Daiane Ferreira Repula
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- Isso é uma nova categoria de discriminação, a discriminação musical. Liberdade de escolha!
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Diogo Meger
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Glauco Vinicius
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deivi hallac silva da silva
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- eu so dj e nao posso fica sem ter o que faze por que e isso qui eu fasso
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Daniel Henrique Neves Farion
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Matheus Allgretti Mendes
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Stephanie Batistela Leites
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wagner simão
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- a rave não pode para
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Leísa Yasmin Seki
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Andre Tulio
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Marcelo Lopes Moreira
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Rosana Cristina Koppenhagen
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- Ma daí voltamos ao regime militar!
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Michele Santos
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- esta pessoa esta generalizando o estilo musical ao comportamento de drogados!!descriminacao com quem apenas gosta do estilo musical!!
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Diogo E. Beber
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João Alfredo
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Bruno Henrique Montanari
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Deyvid Otavio Zattoni
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Juliana da Luz Oliveira
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Cristiano Bassa
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- EU APOIO ESTE MOVIMENTO!!! - PAZ - AMOR - UNIDADE - RESPEITO!
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Bruno Eduardo Viek
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- Movimento Pró-Rave do Paraná
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Bárbara Nogueira de Sousa
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Guilherme Isidoro Pereira Saito
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Robson Silvino Reis
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Wagner Luiz Guimarães
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- Juntos iremos lutar contra esse monopólio que querem instaurar.
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Vandrei Tesser
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Gerson Leonel de Souza Filho
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- acabar com nossa festa é descriminaçao , malditos invejosos ...
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RAFAEL HENRIQUE
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Romulo Prata
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Rodrigo Gonçalves de Oliveira
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Jaqueline Medina Paco
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- Cada pessoa desse nosso planeta, tem anceios, desejos, vontades, diferentes umas das outras, se vivemos em livre arbitrio, o porque de naum poder se optar por seu estilo musical? naum entendo o porque de tanto preconceito ja que alguns estilos usam do mais sórdido linguajar e mesmo assium são estilos musicais apreciados por muitos, deixe-nos viver nossa liberdade musical não estamos pecando por termos bons ouvidos.
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Shirley de Castro Lee
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Geisa
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- isso é um absurdo o que eles querem fazer , e nós, não vamo permitir isso
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everton e reis
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- autonomo
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